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O ENSINO DE LIBRAS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PERCEPÇÕES DE FUTUROS PROFESSORES SOBRE O SURDO E A LIBRAS RESUMO

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29 ISBN O ENSINO DE LIBRAS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PERCEPÇÕES DE FUTUROS PROFESSORES SOBRE O SURDO E A LIBRAS RESUMO Hector Renan da Silveira Calixto (UERJ)
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29 ISBN O ENSINO DE LIBRAS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PERCEPÇÕES DE FUTUROS PROFESSORES SOBRE O SURDO E A LIBRAS RESUMO Hector Renan da Silveira Calixto (UERJ) Temos como objetivo analisar as percepções de graduandos em pedagogia e geografia sobre o Surdo e a Libras, em função do seguinte questionamento: quais as percepções de graduandos em pedagogia e geografia sobre o Surdo e a LIBRAS e qual o efeito dessa disciplina nos cursos de licenciatura no que diz respeito a mudança de representações que os futuros professores possuem sobre o Surdo e sobre a LIBRAS? De forma específica: apresentar as percepções dos alunos de licenciatura a respeito dos Surdos e da LIBRAS antes de cursarem a disciplina de LIBRAS; apresentar as percepções dos alunos de licenciatura a respeito dos Surdos e da LIBRAS depois de cursarem a disciplina de LIBRAS; e analisar a mudança das percepções dos alunos acerca dos Surdos e da LIBRAS. Como metodologia neste artigo temos estudo de caso, com coleta de dados por meio de entrevista semiestruturada. Participaram da pesquisa 10 sujeitos, sendo 5 alunos que ainda não cursaram a disciplina e 5 alunos que já cursaram a disciplina. Concluímos que as percepções antes de cursar a disciplina se configuram numa perspectiva clínico terapêutica da surdez, com o surdo como deficiente, anormal e inferior em relação aos ouvintes e a LIBRAS como uma linguagem ou a representação em sinais do português; e após cursar a disciplina as percepções apresentam uma perspectiva sócio antropológica, com o Surdo como diferente e a LIBRAS como língua legítima. Palavras-chave: formação de professores, LIBRAS, surdo CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente trabalho tem como objetivo analisar as percepções de graduandos em pedagogia e geografia sobre o Surdo e a LIBRAS. Destaco que o interesse por escrever sobre esta temática justifica se pelo fato desta disciplina ser um componente curricular do curso de pedagogia, embasado no decreto nº 5.626/05, que determina que os professores em formação tenham acesso aos conteúdos a respeito da LIBRAS e do Surdo, o que possibilita maiores reflexões e a construção de outras percepções a esse respeito. A inclusão da disciplina de Libras no currículo das licenciaturas é algo relativamente recente em algumas instituições de ensino superior, mesmo após a obrigatoriedade desta disciplina ter sido 30 instituída pelo Decreto nº 5.626/2005, que determina em seu Art. 3º a inserção como disciplina obrigatória nestes cursos. Assim, surgem os seguintes questionamentos: quais as percepções de graduandos em pedagogia e geografia sobre o Surdo e a LIBRAS e qual o efeito dessa disciplina nos cursos de licenciatura no que diz respeito a mudança de representações que os futuros professores possuem sobre o Surdo e sobre a LIBRAS? Para responder a estes questionamentos traçamos como objetivos específicos: apresentar as percepções dos alunos de licenciatura a respeito dos Surdos e da LIBRAS antes de cursarem a disciplina de LIBRAS; apresentar as percepções dos alunos de licenciatura a respeito dos Surdos e da LIBRAS depois de cursarem a disciplina de LIBRAS; e analisar a mudança das percepções dos alunos acerca dos Surdos e da LIBRAS.. Como metodologia neste artigo temos estudo de caso, que se constitui como um estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento. (KAUARK; MANHÃES; MEDEIROS, 2010, p. 29), com coleta de dados por meio de entrevista semiestruturada que combinam perguntas abertas e fechadas, onde o informante tem a possibilidade de discorrer sobre o tema proposto. (BONI; QUARESMA, 2005, p. 75). Participaram da pesquisa 10 alunos dos referidos cursos, sendo que 5 ainda não cursaram a disciplina e 5 já cursaram a disciplina, e as entrevistas foram realizadas entre 15 e 18 de março de O SURDO E A LIBRAS A concepção de surdez e do Surdo tem uma trajetória histórica que remonta desde a idade antiga, entre os hebreus e gregos. Conforme apontado por Perlin (2002), desde a idade antiga até tempos modernos, a percepção da surdez e do Surdo vem mudando, tendo seu reconhecimento legal como sujeito, mas nem sempre como sujeito capaz ou compreendido com o participante da sociedade a qual está integrado. Com isso, podemos notar que prevalecem duas representações a respeito dos Surdos e da surdez, que conforme são apontadas por Santana (2007) são a concepção clínica, onde a surdez é vista como deficiência, e a outra concepção não leva em consideração a surdez como deficiência, mas sim como uma diferença cultural. 2. a PERCEPÇÃO CLINICO TERAPÊUTICA ANTES DA DISCIPLINA 31 Durante a realização dessa pesquisa, realizamos entrevistas com alunos dos cursos de Licenciatura, sendo considerado neste momento os que não cursaram a disciplina, a respeito das percepções destes sobre o Surdo, sobre a LIBRAS, e sobre as suas expectativas em relação a disciplina de Libras. Sobre percepção destes a respeito do Surdo, podemos observar que estes apresentavam uma visão clínico-terapêutica, e isso fica demarcado na resposta de Mateus, que diz o conceito de surdez acho que é um deficiente auditivo (entrevista realizada em 17/03/2016). Essa visão também está presente na fala de Rayssa, que apesar de não demarcar o Surdo como deficiente, aponta que é uma pessoa com mais dificuldades que os ouvintes: (...) surdo é só um título, a meu ver é só um título, por que ele é uma pessoa normal, assim como todos nós, só que com um pouquinho mais de dificuldade do que nós, uma dependência mais do que nós (entrevista realizada em 18/03/2016). Assim como Ana e Viviane, que apontam o Surdo como uma pessoa que tem dificuldades, quando dizem: Ana: São pessoas que tem algum grau de dificuldade para escutar, e tem uns que são 100% e os que não são. Viviane: Eu não diria bem deficiente, mas uma pessoa com dificuldade para entrar na sociedade, (...) Não é bem deficiente, nem anormal, mas uma pessoa com dificuldade apenas (entrevistas realizadas em 17/03/2016). Podemos notar nessas respostas que além de classificar o surdo como deficiente, tendo um olhar de algo que falta a este sujeito, na maioria das respostas ficou marcada a dificuldade que, aparentemente, o surdo tem. Podemos observar nisso a presença no ouvintismo, ou seja, conjunto de representações dos ouvintes, a partir do qual o surdo está obrigado a olhar-se e narrarse como se fosse ouvinte (SKLIAR, 1998, p. 15). Notamos que é a percepção que os entrevistados apresentam é de que o Surdo que tem problemas para se comunicar, que ele que apresenta as dificuldades, quando o que poderia ser visto é que a sociedade não está preparada para se comunicar com ele, o que demonstra a visão da sociedade do que não está dentro dos ideais para uma sociedade homogênea. Gesser (2009) aponta isso quando trata da visão negativa que a sociedade tem a respeito da surdez, quando diz que: Na nossa sociedade, portanto, ser normal é ser homem, branco, ocidental, letrado, heterossexual, usuário de língua oral padrão, ouvinte, não cadeirante, vidente, sem desvios cognitivos, mentais e/ou sociais (p. 68). Ainda sobre a surdez, foi questionado aos futuros professores qual a percepção deles em relação a LIBRAS Língua Brasileira de Sinais, então ficou claro nas respostas dos participantes que a LIBRAS é uma linguagem, ou uma forma de comunicação. Podemos observar na resposta de Rayssa, que mesmo identificando a Libras como um outro idioma, ela tem um conceito que não reflete a realidade desta língua. 32 O que eu sei é que LIBRAS é um idioma, (...) eu acho difícil, assim, para construir frases, eu não sei construir frases, mas algumas letras eu sei fazer, números eu sei fazer, mas não acho um bicho de sete cabeças não, até porque é uma língua latina, é o nosso português e é só uma dificuldade inicial de posição de mão, a expressão, (...) (entrevista realizada em 18/03/2016). Podemos notar que Rayssa acredita que a LIBRAS é uma representação em sinais da língua portuguesa, mas sabe-se que isso é uma percepção equívoca, pois Gesser (2009) já desmistifica essa afirmação de que a LIBRAS é apenas o português sinalizado, quando afirma que a língua de sinais tem estrutura própria, e é autônoma, ou seja, independente de qualquer língua oral em sua concepção linguística (p. 33). Essa percepção que não identifica a LIBRAS como uma língua legítima está de acordo com as falas anteriores que colocam o Surdo com dificuldades, pois como Santana (2007, p. 33) aponta que ser anormal é caracterizado pela ausência da língua e de tudo que ela representa (comunicação, pensamento, aprendizagem, etc). Ainda entre os futuros professores que ainda não tiveram a disciplina de Libras, entre as respostas sobre o que esperam aprender na disciplina de Libras, mais uma vez podemos notar na fala destes que a percepção que tem do Surdo não é de um sujeito dentro dos padrões de normalidade aceitos pela sociedade. Mateus nos responde a esta pergunta: O básico, assim, de linguagem, que deve ter sobre LIBRAS e o conteúdo mais da parte de Leis, que deve ter, eu acho, e nessa questão de até mesmo o deficiente auditivo dentro de uma sala de aula junto com os alunos normais, como se deve lidar com ele se tem alguma lei específica para isso ou não. Isso está de acordo com o discurso binário de normal/anormal, que permeia nossa sociedade por décadas e que se reflete nas práticas educativas que eram praticadas anteriormente a perspectiva inclusiva. Lunardi (2005) corrobora isso quando aponta esses discursos: Os discursos, ao redor e dentro dos quais se produzem as noções de normalidade em torno dos sujeitos surdos, estão estruturados a partir de algumas dicotomias ou oposições binárias ouvinte/surdo, língua oral/língua de sinais, deficiência/diferença, normalidade/anormalidade, minoria/maioria, saúde/enfermidade que colocam, de um lado, um termo dominante que acaba funcionando como referência e que, por sua vez, só pode ser sustentado pelo segundo, que significa a falta ou a negação. Desta forma, a mudança destas percepções deve acontecer, mas não é algo que ocorra de forma imediata, é preciso tempo para que essas mudanças tenham efeito nas percepções que os sujeitos dessa sociedade, em especial os educadores, tem a respeito dos Surdos e da LIBRAS, e isso 33 perpassa pela disciplina de LIBRAS e pelos conteúdos abordados durante as aulas, pois, como Santana (2007) aponta é a partir do momento em que se tem a língua de sinais como língua do surdo, o padrão de normalidade também muda (p. 33), uma vez que a língua de sinais legitima o surdo como sujeito de linguagem e é capaz de transformar a anormalidade em diferença (p. 33). 3. A PERCEPÇÃO SÓCIO ANTROPOLÓGICA DEPOIS DA DISCIPLINA Em função do exposto anteriormente, foram entrevistados professores em formação, considerando aqui os que já haviam cursado a disciplina de LIBRAS, que teve entre os temas abordados conteúdos que levavam em consideração uma visão sócia antropológica do Surdo, a ideia de que a surdez é uma diferença traz com ela uma delimitação de esferas sociais: a identidade surda, a cultura surda, a comunidade surda (SANTANA, 2007, p. 33). No que diz respeito a como percebem o sujeito Surdo, e quando perguntados sobre isso, podemos observar nas respostas dos entrevistados que sua visão já demarca a diferença, e não mais a deficiência, como podemos ver na resposta de Raquel: (...) eu tinha uma certa barreira de achar que eles tinham dificuldades, de que eles eram coitadinhos, e hoje em dia não, vejo que são pessoas como nós, só tem uma pequena diferença, mas fazem tudo como a gente, tem toda capacidade como a gente (entrevista realizada em 16/03/2016). Podemos observar que a entrevistada relata a sua mudança na percepção, que agora não tem mais a visão de coitadinhos ou de pessoas com dificuldades, mas de sujeitos que apresentam uma diferença e que tem a mesma capacidade que os ouvintes. Sandra também salienta a necessidade de não apenas os alunos desta disciplina, e consequentemente futuros professores, de terem essa visão, mas de receber apoio dos outros integrantes da escola onde o aluno Surdo esteja presente. (...) e mediante a disciplina não, facilitou, dando amplitude de como trabalhar, não é tão difícil assim, não é tão complicado, mas é necessário que a escola, a comunidade escolar esteja de portas abertas, auxiliando o professor com recursos, no seu planejamento de aulas, dando vazão a esse aluno (entrevista realizada em 17/03/2016). Esse é um ponto importante levantado por Sandra, uma vez que no contexto social, a escola é um dos espaços privilegiados, espaço socialmente legitimado para a construção e a reconstrução das subjetividades, é o espaço onde a cultura difunde e se recria (OLIVEIRA, 2010, p. 4), ou seja, a escola é responsável por mudar a percepção que a sociedade tem a respeito de determinados assuntos e determinados sujeitos, e por este motivo, a visão dos futuros professores acerca do Surdo, tendo uma concepção de sujeito diferente, influenciará em como a sociedade perceberá também o sujeito Surdo. 34 Para que essa visão apresente uma certa materialidade, é preciso que esses professores também tenham uma percepção diferenciada a respeito da língua utilizada pelos Surdos, que no Brasil é a Libras. A esse respeito, quando questionados sobre isso, qual a percepção que eles têm a respeito da LIBRAS, tivemos diversas respostas. Cintia nos mostrou isso ao dizer: (...) hoje eu vejo que é uma coisa que a gente tem de muito importante mas que a gente não sabe. É uma visão diferente que a gente não sabia, não sabia nem que era a segunda língua oficial, eu fiquei sabendo depois da disciplina, e se não fosse isso eu não saberia (entrevista realizada no dia 15/03/2016) Ao considerar a LIBRAS como língua, com aspectos fonológicos e morfológicos, entre outros, que a caracterizam com o estatuto de língua, é a saída do que Gesser (2009) aponta que a crença de que a língua de sinais não tem estatuto de língua está ancorado na não credibilidade de que ela possui uma gramática, e muito desse pensamento vem de a maioria dos ouvintes acreditarem que as línguas de sinais não passam de mímicas ou pantomimas. Está associada a essa pergunta a ideia que muitos ouvintes têm sobre os surdos: uma visão embasada na anormalidade, segundo a qual o máximo que o surdo consegue expressar é uma forma pantomímica indecifrável e somente compreensível entre eles. Não à toa, as nomeações pejorativas anormais, deficiente, débil mental, mudo, surdo mudo, mudinho têm sido equivocadamente atribuídas a esses indivíduos (GESSER, 2009, p. 21). Neste sentido, podemos observar na resposta de Sandra a não existência desse preconceito, quando ela fala sobre sua percepção a respeito da LIBRAS: Muito mais do que um gesto, que isso ficou bem frisado em algum texto, que não é apenas um gesto, é um código de sinais, em que é possível expressar tudo, através dos sentimentos, conceitos, até coisas abstratas, isso a gente acha que é algo impossível, mas é sim, parece algo complexo, mas acho que quando a gente vai se aproximando vai se desmistificando, e aquilo que é tão escuro vai clareando, se tornando mais fácil (entrevista realizada em 17/03/2016). A resposta de Sandra também apresenta um dos aspectos que Gesser (2009) aborda em sua obra, quando trata sobre o que pode ser expresso em língua de sinais: Assim, é correto afirmar que as pessoas que falam línguas de sinais expressam sentimentos, emoções, e quaisquer ideias ou conceitos abstratos. Tal como os falantes de línguas orais, os falantes de línguas de sinais podem discutir filosofia, política, literatura, assuntos cotidianos etc. nessa língua, além de transitar por diversos gêneros discursivos, criar poesias, fazer apresentações acadêmicas, peças teatrais, contar e inventar histórias e piadas, por exemplo. (p. 23) Desta forma, o resultado que a disciplina teve sobre a percepção desses sujeitos em relação ao Surdo e a Libras foi positivo, uma vez que em suas respostas não encontramos essas marcas do preconceito, mesmo que não totalmente explícito o reconhecimento da LIBRAS como língua. Assim, conseguimos perceber que a percepção dos alunos após a disciplina apresenta características 35 que reconhecem o Surdo como um sujeito diferente, e não como deficiente, e que a sua língua é marca dessa diferença, e principalmente, a utilização desta língua pelos professores é o que demarca o reconhecimento dessa diferença enquanto sujeito. CONSIDERAÇÕES FINAIS Notamos nas falas dos que ainda não cursaram a disciplina uma visão clínica terapêutica da surdez, marcada principalmente por verem o Surdo como deficiente e que a sua forma de comunicação, a LIBRAS, tem uma característica apenas de representação em sinais da língua oral. Ambos conceitos não são formados por preconceito somente dos entrevistados, mas por uma construção em função do meio social, que tem a mesma percepção. Após cursarem a disciplina e observarem uma nova perspectiva sobre a surdez, uma visão sócia antropológica é identificada nas falas dos entrevistados, reconhecendo o Surdo com um sujeito que se constitui social, cultural e linguisticamente diferente, além de perceber a sua forma de expressão, a Libras, como uma língua, que apresenta possibilidades infinitas de expressão e que constitui a língua desta comunidade. Com isso, notamos a relevância da disciplina de LIBRAS nos cursos de Licenciaturas, uma vez que essa visão do Surdo como sujeitos diferentes presente nestes futuros educadores, se constitui como meio de difusão do reconhecimento linguístico, cultural e social do Surdo, e principalmente pela presença desta perspectiva na escola, a mesma se constitui como formadora de cidadãos que terão essa percepção, e isso resulta numa sociedade que aceita o Surdo como sujeito diferente. REFERÊNCIAS BONI, Valdete; QUARESMA, Sílvia Jurema. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Florianópolis: Revista Eletrônica de Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. V. 2. N. 1 (3). jan./jul. 2005, p GESSER, Audrei, LIBRAS: que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial KAUARK, Fabiana da Silva; MANHÃES, Fernanda Castro; MEDEIROS, Carlos Henrique. Metodologia de pesquisa: um guia prático. Itabuna, BA: Via Litterarum LUNARDI, Márcia Lise. Surdez: tratar de incluir, tratar de normalizar. Revista Educação Especial. Nº Disponível em: Acesso em 01/04/2016. OLIVEIRA, Amanda Melissa Bariano de. As barreiras e as oportunidades de inclusão do surdo no ensino regular. II Simposio Nacional de Educação. XXI Semana de Pedagogia: Infância, Sociedade e Educação. Campus de Cascavel, PR: Out PERLIN, G. História dos Surdos. Florianópolis, UDESC/CEAD, SANTANA, Ana Paula. Surdez e linguagem: aspectos e implicações neurolinguísticas. São Paulo: Plexus SKLIAR C. (org.) A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação,
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