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Manual Retorica do Texto Cientifico

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     A Assppeecct t ooss    RReet t óórriiccooss ddoo TTeexxt t oo CCiieennt t ííf f iiccoo   Jane Raquel Silva de Oliveira Salete Linhares Queiroz São Carlos - SP 2010  Grupo de Pesquisa em Ensino de Química do IQSC SSUUMM Á ÁRRIIOO  APRESENTAÇÃO .......................................................................................................................... 2 ATIVIDADE 1  –  Revisão das Seções dos Textos Científicos ............................................................. 3 ATIVIDADE 2  –  Os Aliados dos Textos Científicos .......................................................................... 5 ATIVIDADE 3  –  A Presença do Autor nos Textos Científicos ........................................................... 7 ATIVIDADE 4  –  Os Tipos de Citações nos Textos Científicos ........................................................... 9 ATIVIDADE 5  –  Trabalhando com as Citações nos Textos Científicos ............................................. 11 ATIVIDADE 6  –  A Produção do Texto e o Foco no Leitor ............................................................... 13 ATIVIDADE 7  –  Cautela e Audácia nos Textos Científicos .............................................................. 15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................................................... 17   Aspectos Retóricos do Texto Científico   2 Grupo de Pesquisa em Ensino de Química do IQSC  A APPRREESSEENNTT A AÇǠàÃOO  Neste material didático  –  elaborado no conjunto das atividades desenvolvidas durante a pesquisa de d outoado Mapa de Caateizaço do Texto Cietífio: poduço e fuioaeto  no ensino superior de química     –  abordamos alguns aspectos retóricos do texto científico, isto é, recursos de linguagem que os cientistas empregam na elaboração dos textos que, intencionais ou não, fortalecem seus argumentos e induzem o leitor a dar credibilidade ao trabalho apresentado. O material está organizado na forma de atividades didáticas, nas quais, além da descrição de aspectos retóricos do texto científico, propomos algumas questões com a finalidade de estimular o estudante a reconhecer, em artigos científicos da área, os tópicos discutidos. Outras questões são propostas no sentido de estimular debates e reflexões críticas por parte dos estudantes sobre o tema em questão. Na Atividade 1 apresentamos apenas um exercício de R evisão das Seções dos Textos científico s , uma vez que nosso objetivo neste material é destacar características pouco abordadas na maioria dos manuais de escrita científica destinados a estudantes de química 1 . Na Atividade 2, são abordadas algumas estratégias que os cientistas utilizam para fortalecer seus artigos, como a utilizaço de áliados dos Textos Cietífios, gealete eutados da liteatua e de algus elementos da própria pesquisa. Na Atividade 3, destaca-se que, apesar da suposta impessoalidade do texto ietífio,  possível se idetifia á Peseça do áuto os Textos Cietífios. Na Atividade 4, são apresentados os piipais Tipos de Citações Pesetes e Textos Cietífios, o destaue para sua função retórica em artigos científicos. N a átividade , Taalhado o as Citações os Textos Cietífios so desitas alguas estatgias de aipulaço das itações pesetes e artigos científicos. N a átividade , á   Poduço do Texto e o Foo o Leito so destaados algus aspectos como: a diferença entre o processo de elaboração do texto pelo autor e a seqüência de apresentação das seções ao leitor; a condução do leitor ao longo dom texto; e antecipação no texto das possíveis objeções do leitor. E por fim, na atividade 7, apresenta-se a frequente oscilação entre Cautela e áudia o Texto Cietífio, o destaue paa as seções dos atigos e ue tais estratégias são mais empregadas. Cabe ressaltar que, embora na proposta srcinal este material tenha sido destinado a estudantes de graduação em química, acreditamos que ele também possa ser utilizado por pós-graduandos, uma vez que tais estratégias da linguagem científica raramente são abordadas nos cursos de graduação em química. Além disso, por tratar de características da linguagem que não exclusivas dos textos de química, acreditamos que este material também possa ser útil a estudantes de outras áreas da ciência. As autoras 1  Mais detalhes sobre a organização típica de diversos tipos de textos científicos da área de Química podem ser verificados em nosso livro Comunicação e Linguagem Científica: guia para estudantes de química  (OLIVEIRA; QUEIROZ, 2007). O material didático Estrutura de Relatórios de Laboratório  (disponível no site www.gpeqsc.com.br) também apresenta algumas características estruturais que são comum a vários textos científicos da área de química.   Aspectos Retóricos do Texto Científico   3 Grupo de Pesquisa em Ensino de Química do IQSC  A ATTIIVVIIDD A ADDEE 11  ––  RReevviissããoo ddaass SSeeççõõeess ddooss TTeexxt t ooss CCiieennt t ííf f iiccooss  EExxeerrccí í cciioo ddee RReevviissããoo   Apresentamos a seguir alguns trechos de artigos científicos. Identifique de qual seção do texto provavelmente cada trecho foi extraído e justifique sua resposta.   O propósito deste trabalho foi determinar os parâmetros cinéticos de decomposição térmica para uma amostra de propelente base simples e base dupla. Os dados obtidos pela calorimetria exploratória diferencial foram ajustados para o modelo cinético de pseudo-primeira ordem de Flynn, Wall e Ozawa. Os respectivos parâmetros obtidos foram: BS REX 1200 (E a ) (2,3 ± 0,2) 10 2  kJ mol -1  e (A) 1,34 10 25  min -1 ; BD-111 (E a ) (1,6 ± 0,1) 10 2 kJ mol -1  e (A) 3,31 10 17  min -1 . O espectro de infravermelho da amostra de propelente base dupla indicou a presença de salicilato, justificando o comportamento de decomposição observado na respectiva curva térmica  ( Eclética Química , v.32, n.3, p.45, 2007).     22  Na Tabela 2 são apresentados os parâmetros obtidos através de TG para todas as amostras ativadas e precursores, além da amostra I700NL. As temperaturas de oxidação mais reduzidas ocorrem para as amostras ativadas e lavadas, o que pode ser entendido pela maior porosidade que apresentam, facilitando, portanto, o acesso do oxigênio à matriz carbonosa. Esta estreita correlação entre o desenvolvimento da área superficial e o aumento da reatividade com o oxigênio já foi observada para diversos materiais carbonosos obtidos por ativação química 20,29 . Dessa forma, a redução da temperatura de oxidação nas amostras ativadas (e lavadas) constitui um indicativo do sucesso do processo de ativação. ( Química Nova , v.30, n.7, p.1665, 2007)   11  Ao longo das 4 últimas décadas, uma grande quantidade e variedade de polímeros formadores de filmes têm sido avaliados e utilizados para o revestimento de formas sólidas orais 7 . Além dos revestimentos compostos de polímeros sintéticos, tem sido proposta a associação com polímeros naturais, por ex. polimetacrilato Eudragit  ®  associado a diversos polissacarídios 8 ; polimetacrilatos adicionados à goma arábica 9 ; etilcelulose como polímero base e polissacarídios 10 ; etilcelulose e goma guar fosfatada 11 ; filmes isolados de polimetacrilato contendo polissacarídio da raiz de lótus 12 . ( Química Nova , v.30, n.2, p.312, 2007)   33  A interpretação dos resultados obtidos eletroquimicamente permite concluir que o biossensor proposto pode ser uma ferramenta extremamente prática para a detecção indireta de fungicidas DTC's, baseada na inibição irreversível da enzima AldH por esses contaminantes. Para aplicação em análise de água, os LD's ainda se encontram dentro de uma faixa relativamente elevada; contudo, para aumentar a sensibilidade do método, podem ser empregados procedimentos de pré-concentração das amostras de água. Para análise direta de amostras vegetais, o biossensor mostra-se bastante sensível, já que os LD's estão abaixo dos LMR's estipulados pela legislação brasileira. ( Química Nova , v.30, n.1, p.16, 2007)   55  Ao apoio financeiro das agências CNPq, CAPES, FINEP e FAPESP e aos pesquisadores, Dr. L. C. Machado e Dr. H. C. de Jesus, e ao técnico A. A. L. Marins pelo apoio instrumental para o desenvolvimento deste trabalho. ( Química Nova , v.30, n.7, p.1668, 2007)   44    Aspectos Retóricos do Texto Científico   4 Grupo de Pesquisa em Ensino de Química do IQSC Neste sentido, este trabalho tem como objetivo principal investigar a influência da temperatura, força iônica e vazão da solução do metal sobre os perfis de adsorção de íons cobre(II) pela quitosana contida em uma coluna em sistema sob fluxo hidrodinâmico fechado e detecção espectrofotométrica, escassamente descritos na literatura. Avaliar o comportamento do sistema em estudo quanto ao seu ajuste aos modelos isotérmico e cinético de adsorção, determinando a ordem de reação a partir do modelo que apresente melhor concordância com os dados experimentais. ( Química Nova , v.30, n.4, p.809, 2007)   88  A própolis do tipo 6 apresentou uma grande diversidade de ácidos graxos, sendo inclusive alguns majoritários, como por exemplo o éster metílico do ácido palmítico e o éster metílico do ácido 10-octadecenóico. Diferentemente, a própolis do tipo 12 demonstrou a presença de vários derivados do ácido cinâmico, corroborando com os resultados encontrados por Bankova et al. 17  para a própolis do sudeste brasileiro. ( Química Nova , v.30, n.7, p.1514, 2007)   77  As análises de compostos fenóis totais dos EEP foram feitas de acordo com o método espectrofotométrico de Folin-Ciocalteau 29 , utilizando ácido gálico como padrão. A absorbância foi medida em espectrofotômetro (Uv Mini 1240) a 740 nm e os resultados expressos em equivalentes de ácido gálico (mg/g). As análises de flavonóides totais dos EEP foram feitas por reação colorimétrica 30 , a partir da mistura de 0,5 mL do EEP, 4,3 mL de etanol 80%, 0,1 mL de nitrato de alumínio 10% e 0,1 mL de acetato de potássio 1 mol/L. Após 40 min, a absorbância foi medida em espectrofotômetro a 415 nm e o conteúdo de flavonóides expresso em equivalentes de quercetina (mg/g). ( Química Nova , v.30, n.7, p.1513, 2007)   66  Miguel A. Schettino Jr. * ; Jair C. C. Freitas; Alfredo G. Cunha e Francisco G. Emmerich Departamento de Física, Universidade Federal do Espírito Santo, 29075-910 Vitória - ES, Brasil  Ana B. Soares e Paulo R. N. Silva  Centro de Ciência e Tecnologia, Universidade Estadual do Norte Fluminense, 28015620 Campos dos Goytagazes –  RJ, Brasil ( Química Nova , v.30, n.7, p.1663, 2007)   1100  [1] P. Folly, P. Mädera, Chimia 58 (2004) 374.   [2] N. S. Fernandes, S. A. Araujo, M. Ionashiro, Eclét. Quím. 31 (2006) 39.   [3] J. A. F. F. Rocco, J. E. S. Lima, A. G. Frutuoso, K. Iha, M. Ionashiro, J. R. Matos, M. E. V. Suárez-Iha, J. Therm. Anal. Cal. 77 (2004) 803.   [4] E. Y. Ionashiro, T. S. R. Hewer, F. L. Fertonani, E. T. de Almeida, M. Ionashiro, Eclét. Quím. 29 (2004) 53.   [5] J. Andrade, K. Iha, J. A. F. F. Rocco, E. M. Bezerra, M. E. V. Suárez-Iha, G. F. M. Pinheiro, Quim. Nova 30 (2007) 952.   [6] W. Phillips, C. A. Orlick, R. Steinberger, J. Phys. Chem. 59 (1955) 1034.   [7] G. I. Evans, S. Gordon, American Institute of Aeronautics and Astronautics and Society of Automotive Engineers (AIAA) 29 (1972) 1086.   ( Eclética Química , v.32, n.3, p.50, 2007)   99 
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