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GOVERNANÇA DE TI: TEORIA E PRÁTICA SOB A ÓTICA DOS DISCENTES

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GOVERNANÇA DE TI: TEORIA E PRÁTICA SOB A ÓTICA DOS DISCENTES IT GOVERNANCE: THEORY AND PRACTICE IN THE PERSPECTIVE OF STUDENTS Igo Joventino Dantas Diniz Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA
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GOVERNANÇA DE TI: TEORIA E PRÁTICA SOB A ÓTICA DOS DISCENTES IT GOVERNANCE: THEORY AND PRACTICE IN THE PERSPECTIVE OF STUDENTS Igo Joventino Dantas Diniz Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA Marcos Fernando Machado de Medeiros Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA Manoel Veras de Sousa Neto Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Resumo Este estudo aborda a relevância da Governança de TI entre profissionais recém-formados dos cursos de Administração e Ciências da Computação. Teve o objetivo de verificar qual a percepção dos egressos das áreas de Administração e Ciências da Computação acerca dos conceitos Governança de TI, fazendo uso de uma pesquisa descritiva com discentes concluintes dos dois cursos em uma Universidade Federal do Nordeste. Foi elaborado um questionário contendo questões fechadas, dispostas em duas etapas, a primeira destinada à identificação do perfil dos egressos e a segunda destinada à verificação do seu nível de conhecimento acerca dos principais conceitos da Governança de TI. Os principais resultados encontrados foram: no tocante aos conhecimentos acerca dos principais conceitos da governança de TI constatou-se que de um modo geral os egressos de ambos os cursos, em sua maioria, conhecem a temática em questão, contudo, a forma como estes obtiveram e/ou vivenciam a aplicação destes conhecimentos variou de acordo com o curso ao qual o aluno pertence; foi possível identificar que a maioria dos egressos em administração obteve conhecimento quanto aos temas na própria Universidade e que um número pequeno deles obteve tais informações no ambiente de trabalho. Em contrapartida, as respostas dos estudantes de Ciência da Computação geraram dados mais equilibrados quanto à obtenção destes conhecimentos entre os ambientes acadêmicos e corporativo. Palavras-Chave: Governança Corporativa. Governança de TI. Melhores Práticas. Abstract This study addresses the relevance of IT Governance among recent college graduates of courses in Management and Computer Science. This work aimed to the perception of graduates in the areas of Management and Computer Science concepts about IT governance, using a descriptive research with students graduating from two courses in a Federal Northeastern University. A questionnaire was designed with closed questions, arranged in two stages, the first aimed at identifying the profile of graduates and the second aimed to check their level of knowledge about the main concepts of IT Governance The most important findings was: with regard to knowledge about the main concepts of IT governance found that in general the graduates of both courses mostly know the theme in question, however, how these were obtained and / or experience to implement such knowledge varied according to the course to which the student belongs; it was identified that the majority of graduates in administration gained knowledge about the issues at the university itself and that a small number of them obtained such information in the workplace. In contrast, the responses of the students of computer science as more balanced data generated to obtain such knowledge between academic and corporate environments. Keywords: Corporate Governance. IT Governance. Frameworks. 45 Ano V, n. 1 - out. 2012/mar. 2013 1 INTRODUÇÃO A evolução do papel da Tecnologia da Informação (TI) nas organizações é notória e perceptível em todos os níveis hierárquicos e setores. Na década de 90 ela surge como ferramenta de apoio à gestão das empresas, sendo entendida como a ferramenta de integração das operações da empresa e entre empresas, com ganhos de agilidade e redução nos custos operacionais (SILVA, 2003). A área de TI assumiu a partir de então, mesmo que involuntariamente, uma posição de destaque, e dela agora depende o grau de competitividade atribuído ao negócio, ou seja, o quanto uma empresa é capaz de inovar, operar produtivamente, conectar- -se em redes de negócios (e-business), controlar suas operações e aplicação de seus recursos (ERP Enterprise Resources Planning), ou ainda dispor de informação estruturada para tomar decisões (BI Business Intelligence) e conhecer e interagir com seus clientes (CRM Customer Relationship Management) (LUFTMAN, 1996). Além disso, a discussão acerca dos reais retornos dos investimentos em TI tem obtido importância, sobretudo as questões relativas à maior consistência e transparência da gestão da área de TI, chamada de IT Governance ou Governança de TI. Contudo, a dificuldade em criar uma estrutura interna, com características próprias, fez com que as organizações buscassem por modelos estruturados e flexíveis, que permitissem manter o foco nos negócios e na missão organizacional, ao mesmo tempo em que atendessem aos requisitos de conformidade legal. Bastante discutida no ambiente dos profissionais de TI, os chamados CIO s (Chief Information Office), a governança de TI começa a ganhar destaque no meio acadêmico a partir de 2008 com a tese de Lunardi (2008) associando a governança de TI ao desempenho das organizações. Depois deste, diversos estudos foram realizados em âmbito nacional, tornando-se uma área importante na agenda tanto dos pesquisadores quanto dos profissionais que atuam no segmento. Considerando estas premissas, aliada à responsabilidade das universidades de educar, capacitar, qualificar, fornecer subsídios aos discentes e prepará- -los para o mercado de trabalho, este artigo, buscou verificar qual a percepção dos egressos das áreas de Administração e Ciências da Computação acerca dos conceitos Governança de TI. Para tanto, realizou-se uma pesquisa descritiva com discentes egressos dos dois cursos em uma Universidade Federal do Nordeste. É importante destacar que este estudo possui limitações, especialmente em se tratando do lócus da pesquisa, limitada incialmente a uma Instituição de Ensino apenas, mas podendo ser replicado, posteriormente, em outras IES da região, podendo vir a ser importante fonte de tomada de decisão, especialmente em se tratando da abordagem destas teorias nos dois cursos em estudo. 2 REVISÃO TEÓRICA 2.1 GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A TI está redefinindo os fundamentos dos negócios, o atendimento ao cliente, as operações, estratégias de produto e de marketing e distribuição e até mesmo a gestão do conhecimento dependem muito, ou às vezes até totalmente, dos Sistemas de Informação (SI). A TI e seus custos passaram a fazer parte integrante do dia-a-dia das empresas. Enfim, para atender a essa complexidade das necessidades empresariais, hoje, não se pode desconsiderar a TI e seus recursos (BALLONI; REZENDE, 2006). Atualmente, com a popularização da tecnologia e o avanço da economia digital a TI encontra-se em posição de destaque no ambiente empresarial, exercendo papel decisivo nos negócios, sendo considerada por muitos uma parceira estratégica deles e consequentemente um fator crítico para seu sucesso. Para Laurindo (2008), a escolha da estratégia competitiva da empresa pode ser muito influenciada pelas aplicações de TI, tanto pelas já existentes, quanto por aquelas que possam vir a ser implementadas posteriormente, que podem também ser usadas para criar ou preservar competências essenciais. Assim, o alinhamento entre a área de TI e a área de negócios tem se tornado um fator de grande relevância para o sucesso organizacional. Diversas pesquisas apontam para a necessidade de um planejamento estratégico integrado entre a área de negócios e a tecnologia da informação, e essa integração tem sido apontada como um dos principais fatores de retorno do investimento e agregação de valor ao negócio (PINTO; GRAEML, 2011). Para auxiliar o alinhamento estratégico entre TI e negócio Henderson e Venkatraman (1993) definiram um Modelo Estratégico de Alinhamento que orienta o processo de alinhamento, baseado em dois Ano V, n. 1 - out. 2012/mar blocos: o ajuste estratégico e a integração funcional. O ajuste estratégico entre o posicionamento da organização e de TI no mercado (ambiente externo) e a infraestrutura administrativa adequada para dar sustentação a tal posicionamento (ambiente interno). E a integração funcional entre os domínios de negócio e de TI, tanto no nível estratégico quanto no nível de infraestrutura e processos. Os autores do modelo sustentam que o alinhamento estratégico de TI não é um evento, mas um processo contínuo de adaptação e mudança, e consideram que para alcançá-lo, é necessária uma substancial mudança no pensamento gerencial sobre o papel da TI na organização, assim como um entendimento da estratégia de TI e de sua importância, tanto na fundamentação, como no direcionamento das decisões de estratégia de negócios (JOIA; SOUZA, 2009). Dessa forma, emerge a governança de TI, como instrumento regulamentador das ações da área de TI nas organizações, especialmente a partir de alguns eventos (escândalos financeiros) internacionais e da criação da SOX, a Lei Sarbanes-Oxley, criada em 2002 como forma de regulamentar melhor a gestão de empresas de capital aberto, especialemente após os escândalos financeiros ocorridos nos EUA (DELOIT- TE TOUCHE TOHMATSU, 2003). De acordo com Weill e Ross (2006), o interesse na governança corporativa não é novo, mais a gravidade dos impactos financeiros desses escândalos diminuiu a confiança de investidores tanto institucionais como individuais e sobrelevou a preocupação com a habilidade e a determinação das empresas privadas em proteger seus stakeholders. A preocupação da Governança Corporativa é criar um conjunto eficiente de mecanismos, tanto de incentivos quanto de monitoramento, a fim de assegurar que o comportamento dos executivos esteja sempre alinhado com o interesse dos acionistas. E a boa Governança proporciona aos proprietários (acionistas ou cotistas) a gestão estratégica de sua empresa e a monitoração da direção executiva (IBGC, 2011). A empresa que opta pelas boas práticas de Governança Corporativa adota como linhas mestras a transparência, a prestação de contas, a equidade e a responsabilidade corporativa. Para tanto, o conselho de administração deve exercer seu papel, estabelecendo estratégias para a empresa, elegendo e destituindo o principal executivo, fiscalizando e avaliando o desempenho da gestão e escolhendo a auditoria independente e evitando abusos de poder, erros estratégicos e fraudes (IBGC, 2011). 2.2 GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO De acordo com o Information Technology Governance Institute - ITGI, (2007), naturalmente, a definição de governança de TI reflete os conceitos da governança corporativa, onde o termo Governança de TI é utilizado para descrever como as pessoas envolvidas em Governança de uma organização deverão considerar a TI no seu monitoramento, controle e supervisão desta organização, pois o modo como a TI será aplicada dentro da organização trará um imenso impacto em sua visão, missão ou metas estratégicas. Para muitas organizações a informação e a tecnologia que a suporta representam o seu bem mais valioso, mas muitas vezes é o menos compreendido. Organizações bem- -sucedidas reconhecem os benefícios da tecnologia da informação e a utiliza para direcionar os valores das partes interessadas no negócio. Essas organizações também entendem e gerenciam os riscos associados, tais como as crescentes demandas regulatórias e a dependência crítica de muitos processos de negócios da TI. A necessidade da avaliação do valor de TI, o gerenciamento dos riscos relacionados à TI e as crescentes necessidades de controle sobre as informações são agora entendidos como elementos-chave da governança corporativa. Valor, risco e controle constituem a essência da governança de TI (ITGI, 2007, p. 8). Segundo Fernandes e Abreu (2008, p. 14), a Governança de TI busca o compartilhamento das decisões de TI com os demais dirigentes da organização, assim como estabelece as regras, a organização e os processos que nortearão o uso de tecnologia da informação [...]. Para Weill e Ross (2006, p. 14), uma boa Governança de TI harmoniza decisões sobre a administração e a utilização da TI com comportamentos desejáveis e objetivos do negócio. O IT Governance Institute (ITGI, 2007), por sua vez, define governança de TI como uma estrutura de relações e processos que dirige e controla uma organização, a fim de atingir seu objetivo de adicionar valor ao negócio por meio do gerenciamento balanceado do risco com o retorno esperado do investimento. O objetivo principal da governança de TI é, portanto, ainda de acordo com o ITGI (2007), alinhar a TI ao negócio, agregando valor e minimizando riscos. Assim, enquanto a gestão de TI tradicional possui 47 Ano V, n. 1 - out. 2012/mar. 2013 uma orientação interna e focada no presente, a governança de TI é orientada para o negócio, com foco no futuro (TAROUCO; GRAEML, 2011). Conforme Fernandes e Abreu (2008), trabalhar com governança de TI permite à empresa garantir: o alinhamento de TI ao negócio, a continuidade do negócio e o alinhamento da TI às normas regulatórias, contudo a visão de Governança de TI vai além dessas definições e pode ser representada pelo Ciclo da Governança de TI ilustrado abaixo: Figura 1 Ciclo da Governança de TI Fonte: Adaptado de Fernandes e Abreu (2008, p. 14). Onde a etapa de alinhamento estratégico e compliance: corresponde ao planejamento estratégico de TI que leva em consideração as estratégias da empresa para seus vários produtos e segmentos de atuação, assim como os requisitos de compliance externos, tais como o SOX e o Acordo de Basiléia. A segunda etapa, decisão, compromisso, priorização e alocação de recursos, refere-se às responsabilidades pelas decisões relativas à TI quanto à infraestrutura, investimentos, aplicações e a priorização desses investimentos com base no retorno e no alinhamento com o negócio. A terceira etapa, estrutura, processos, operações e gestão, refere-se à estrutura organizacional e funcional de TI, aos processos de gestão e operação dos produtos e serviços de TI, alinhados com as necessidades estratégicas e operacionais da empresa. Nesta fase são definidas as operações de sistemas, infraestrutura, suporte técnico, segurança da informação, etc. Por fim a etapa de medição de desempenho trata dos indicadores de resultados e sua respectiva medição, como forma de avaliar o funcionamento da área e as contribuições oferecidas pela TI para a estratégia do negócio. Para Weill e Ross (2005) apud Laurindo (2008), existem três tipos de mecanismos que as empresas desenvolvem: estruturas de tomada de decisões, processos de alinhamento e comunicações formais. Para estes autores, a governança de TI engloba cinco grandes áreas de decisão: Princípios de TI- qual o papel da TI na organização e seus desdobramentos. Arquitetura de TI- quais os processos essenciais da empresa e quais são as informações necessárias para eles, bem como deve ser tratada a eficiência da TI nestes processos. Estratégias de infraestrutura de TI- quais são os serviços de infraestrutura críticos para objetivos estratégicos. Necessidade de aplicações de negócios- quais as oportunidades em mercados e processos para novas aplicações de negócio. Investimentos em TI e priorização- quais são as mudanças em processos críticos para a empresa e como afetam o portfólio atual e futuro de aplicações de TI. Estas cinco decisões-chave estão inter-relacionadas e requerem vinculação para que haja uma governança eficaz [...] No entanto cada uma delas envolve essencialmente, um conjunto único de questões e problemas a serem discutidos [...] (WEILL; ROSS, 2006). Os autores propõem que haja uma contraposição Ano V, n. 1 - out. 2012/mar das cinco áreas de decisões de TI com os seis arquétipos de tomada de decisões, o que permitiria criar uma valiosa visualização de como e onde as decisões de TI são tomadas. Para eles o ponto de interrogação representa o desafio de toda empresa para determinar quem deve ter a responsabilidade por tomar e com cada tipo de decisão de governança. Segundo Weill e Ross (2006 p. 13): Visto que as empresas tomam cinco tipos de decisões de TI em vários níveis organizacionais empregando uma variedade de mecanismos, é fácil constatar como ações individuais poderiam agir em oposição mútua, ao invés de se harmonizarem. A complexidade e dificuldade de explicar a Governança de TI é uma das mais sérias barreiras ao seu aprimoramento. [...] o melhor indicador de desempenho para a Governança de TI é a porcentagem de administradores em cargos de liderança capazes de descrevê-la acuradamente. Algo que agrava os problemas é o fato de que a maioria dos altos executivos não tem familiaridade com a sua governança. Para que estas decisões possam ser mais bem gerenciadas e que se possa atender aos objetivos básicos da governança de TI, existe um conjunto de melhores práticas que são estruturados e normatizados internacionalmente, os modelos formais de referência (Frameworks) de Governança de TI que, segundo Fernandes e Abreu (2008, p. 33), [...] pode ser adaptado para qualquer tipo de organização, [...] como peças de um lego, que vão sendo construídas e implantadas de acordo com as prioridades, necessidades e disponibilidades da organização. 3 METODOLOGIA Este estudo fez uso de uma estratégia de pesquisa descritiva, pois, de acordo com Gil (2009, p. 28) as pesquisas deste tipo têm como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis. O desenvolvimento da pesquisa se deu no campus de uma Universidade Federal do Nordeste e teve como universo do estudo ou população os concluintes do ano de 2011 dos cursos de Administração e Ciência da Computação. A escolha desta população deu-se em decorrência da interdisciplinaridade do tema proposto com ambos os cursos, sobretudo pelo fato de tais acadêmicos estarem saindo da universidade e buscando seus espaços no mercado de trabalho, onde terão que pôr em prática os conhecimentos adquiridos na academia, dentre esses conhecimentos, aqueles acerca da Governança de TI. Depois de definida a população, surgiu a necessidade de calcular o tamanho da amostra de modo que esta pudesse representar significativamente toda a população, já que utilizar toda ela não foi possível. Logo, utilizou-se a técnica de amostragem aleatória simples de uma população finita, onde foi considerado o nível de confiança de 90%, cujo erro amostral é de 10%. Logo, conhecendo-se o erro amostral ( ) e o tamanho da população (N), obteve-se a amostra de 38 alunos para o curso de Administração e 15 alunos para o curso de Ciência da Computação conforme o cálculo demonstrado na figura 2: Figura 2 Definição da amostra Fonte: Dados da pesquisa, Ano V, n. 1 - out. 2012/mar. 2013 Como instrumento para a coleta dos dados foi elaborado um questionário contendo 14 (quatorze) questões fechadas, dispostas em duas etapas, a primeira destinada à identificação do perfil dos egressos e a segunda destinada à verificação do seu nível de conhecimento acerca dos principais conceitos da Governança de TI. Posterior à aplicação dos questionários, os dados foram agrupados e tabulados em planilha eletrônica, utilizando-se estatística descritiva. 4 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 4.1 PERFIL DOS EGRESSOS Conforme o mencionado no tópico anterior a análise dos dados foi secionada em duas etapas, onde cada uma delas busca atender a um objetivo específico deste estudo. Portanto, nesta etapa busca-se identificar o perfil dos egressos do curso de Administração e Ciência da Computação (conforme Tabela 1). Para o Curso de Administração: g Faixa etária predominante entre 21 e 25 anos, correspondendo a 78,9% da amostra, em seguida, com 13,2% a faixa entre 26 e 30 anos, e com baixíssima representatividade, as faixas acima de 30 anos e entre 15 e 20 anos correspondendo a 5,3% e 2,6% respectivamente; g Indivíduos do sexo feminino em maior número com 57,9% da amostra contra os 42,1% do sexo masculino; g No tocante aos conhecimentos em informática, 60,5% os entrevistados informaram possuir con
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