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Fichamento 3 Fontana a Destruição Da Ciência Histórica

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Fontana a Destruição Da Ciência Histórica
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  UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁSFACULDADE DE HISTÓRIACAMPUS SAMAMBAIA Disciplina: História Contemporânea IIProfessor: Dr. David MacielDiscente: Marcos BricciusFON!N! #osep. $! destrui%&o da ci'ncia (istórica) In: História: análise do passado e projeto social . Bauru *P: +dusc ,-- p.,//0,12.p.,// 0 3.,: 4...5 O pro6resso econ7mico 8 mar6em das re6ras docapitalismo. 4...5 O terror das classes diri6entes podia ser e9a6erado porm n&o carecia de al6um fundamento.p.,// ;cont. p.,/1< 0 3.=: 4...5 !nos da ascens&o do sindicalismo moderadonorte0americano e da consolida%&o de uma op%&o parlamentar nospartidos social0democratas >ue a?andonam de@nitivamente todatenta%&o revolucionAria.p.,/1 0 3.,: *e a sociedade mudou depois de ,-,2 para n&o mais voltar aser o >ue tin(a sido antes tam?m o @eram as ci'ncias sociais e maisconcretamente a História.p.,/1 ;cont. p.,/2< 0 3.=: Pelo >ue se refere 8 História veremos umprocesso >ue tem uma dupla vertente. rata0se por um lado de concluira destrui%&o da ci'ncia (istórica >ue A tin(a sido iniciada pelo neo0antismo e a $@loso@a da vida). Porm como n&o  possEvel a6ora dei9aro pes>uisador a?andonado 8 vacuidade da prAtica (istoricista  a difus&odo materialismo (istórico e9i6e outro 6'nero de resposta 0 irA seproceder a uma reconstru%&o da ci'ncia (istórica so?re outras ?ases.  p.,/2 0 3.,: 4Com a evolu%&o das disciplinas sociais em @ns do sculoGIG5 acontecia >ue os seus delineamentos coincidiam em apresentar asociedade em >ue viviam como um sistema em e>uilE?rio estAtico e >uetodos consideravam >ue o o?eto le6Etimo da ci'ncia era o de investi6aras re6ras desse e>uilE?rio o >ue resultava ser a condi%&o necessAria paraac(ar os mtodos com >ue resta?elec'0los se fosse pertur?ado.p.,/2 0 3.=: Neste capEtulo se falarA e9clusivamente da destrui%&o daci'ncia (istórica para passar mais adiante a considerar as diversasformas porm paralelas de reconstru%&o ao a?ri6o da sociolo6ia daantropolo6ia e da economia ou de com?ina%es eclticas dessasinu'ncias como a >ue representa a escola dos  Annales .p.,/2 ;cont. p.,/< 0 3.J: 4No (istoricismo e neo0antismo BenedettoCroce ;,110,-/=<5 ela?orou a sua própria doutrina >ue pode >uali@car0se como um (istoricismo a?soluto >ue identi@ca @loso@a e (istória. 4...5Croce considera >ue a mais elevada  a >ue ele ?atiou como $(istóriatico0polEtica): a (istória da ra&o (umana e de seus ideais $resolvendo euni@cando nela tanto a (istória da civilia%&o como a do +stado).p.,/ ;cont. p.,/-< 0 3.,: Com Collin6Kood ;,-0,-LJ< 45 n&o e9istemdados (istóricos o?etivos mas sim os >ue tomamos por tais $osproduem o próprio pensamento (istórico de tal modo >ue em rela%&ocom o pensamento (istórico na sua totalidade esses fatos n&o s&o demodo al6um um ponto de partida mas sim um resultado ou um resumo).p.,/- 0 3.,: Destruir a racionalidade de al6umas interpreta%es dopassado  de >ual>uer interpreta%&o do passado  si6ni@ca privar de ?aseas proe%es para o futuro >ue >uiseram construir so?re elas. !esperan%a de uma revolu%&o >ue transforme a sociedade n&o temnen(um apoio nas li%es da (istória por>ue n&o e9istem tais li%es.p.,/- 0 3.=: N&o (A tampouco por conse6uinte uma História do passado mas sim distintas interpreta%es (istóricas nen(uma das >uais de@nitiva: cada 6era%&o escreve a sua própria vis&o da (istória.  p.,/- ;cont. p.,1< 0 3.J: 4m5 $es?o%o de refuta%&o do (istoricismo)resumido em cinco proposi%es >ue se encontram no prólo6o de  Amiséria do historicismo : ,< O curso da (istória (umana estA fortemente inuenciado pelocrescimento dos con(ecimentos (umanos. =< N&o podemospredier por mtodos racionais ou cientE@cos o crescimentofuturo de nossos con(ecimentos cientE@cos. J< N&o podemos portanto predier o futuro da (istória (umana. L< Isso si6ni@ca>ue temos de rec(a%ar a possi?ilidade de uma história teórica .N&o pode (aver uma teoria cienti@cado desenvolvimento (istórico>ue sirva de ?ase para a predi%&o (istórica. /< ! metafundamental dos mtodos (istoricistas estA portanto malconce?ida e o (istoricismo cai por sua ?ase.  p.,1 ;cont. p.,1,< 0 3.,: ! coisa  t&o 6rosseira e os en6odos t&ovisEveis >ue n&o re>uer comentArios. Porm se re>uer tentarcompreender o si6ni@cado real desse es>uema: seu fundo polEtico eideoló6ico.p.,1, 0 3.,: ! discuss&o so?re as $leis (istóricas) foi o?eto de um amplode?ate @losó@co no mundo an6lo0sa9&o 4remetendo0se novamente5 aostópicos neo0antianos ou positivistas. p.,1, ;cont. p.,1=< 0 3.=: !s predi%es >ue farEamos com as 4leis5 n&o sóseriam condicionais como tam?m de Endole muito 6eral muitoimprecisa. ! tarefa da História continuaria sendo a de nos oferecer o relatodo >ue precisamente aconteceu ainda >ue esse relato caEsse so?uma lei (istórica 6eral como um e9emplo dela e ainda >uecon(ec'ssemos essa lei. *ó a História seria capa de e9i?ir asurpreendente variedade dos todos temporais >ue caem so? umaQnica lei (istórica. Nossa fascina%&o com os detal(es do passadon&o faria mais >ue aumentar. p.,1= ;cont. p.,1J< 0 3.,: 4! rea%&o (istoricista contra o racionalismo daIlustra%&o5 am?os estavam movidos em Qltima instância pela mesmavontade de conservar a ordem social e econ7mica esta?elecidas e asformas polEticas >ue audam a sua manuten%&o.p.,1J 0 3.,: 4!s morfolo6ias >ue recorrem5 8 contempla%&o e 8compara%&o e deduindo delas re6ularidades >ue nos servir&o parafa?ricar al6umas pautas cEclicas com as >uais se pode inclusive prediero futuro.  p.,1J ;cont. p.,1L< 0 3.=: ! morfolo6ia da (istória >ue usa como mtodode tra?al(o $a contempla%&o a compara%&o a certea interior imediata a usta ima6ina%&o dos sentidos).p.,1L 0 3.,: !rnold #. oRn?ee prop7s outra morfolo6ia >ue encai9ava ocurso inteiro da (istória da (umanidade numa sucess&o de vinte e nove$sociedades) ou $civilia%es) 4...5 assim n&o só as pautas 6erais da(istória est&o @9adas como tam?m todo o fundamental foi A levantado.p.,1/ ;cont. p.,11< 0 3.,: O mau  >ue o forno n&o estA (oe para ?olosmorfoló6icos  de temer >ue nin6um os tome demasiado a srio.p.,11 0 3.,: 4...5 Convm a6ora >ue voltemos atrAs: at o esta?elecimentode corpos teóricos renovados em outras disciplinas sociais >ue seofereceram ao (istoriador como solu%es para a sua própria misria.p.,11 ;cont. p.,12< 0 3.=: ! (istória $psicoló6ica) ou $psicanalEtica) 4...5nos e9plica o anti0semitismo de Hitler pela ?rutalidade de seu pai com o6lorioso ar6umento de >ue $sem e9ce%&o o meio familiar dos anti0semitas tratados pelos psi>uiatras mostra um conito entre pai e m&e).p.,12 0 3.,: ma das conse>u'ncias mais 6raves dessa de6rada%&oe9trema da História acad'mica  >ue tornou mais fAcil a percep%&oacrEtica das alternativas >ue se ofereciam a ela. Comparando com isso >ual>uer coisa podia passar por ci'ncia social.
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