Estrutura do texto poético 
VERSO:
Cada linha de um poema corresponde a um verso. O
 verso
 é a unidade poética: 
 Alma minha gentil que te partiste
Camões.
 
ESTROFE:
É um agrupamento de versos: 
 Alma minha gentil que te partisteTão cedo desta vida, descontente,Repousa lá no céu eternamenteE viva eu cá na Terra sempre triste.
Camões.
 
ESTRIBILHO:
 A repetição regular de um verso ou de uma estrofe, no poema, recebe a denominação de
estribilho
:
 Ora, se deu que chegou(isso já a! muito tempo"#o $angu% dum av&'ma negra $onitinhahamada negra )ui&.Essa negra )ul&Essa negra )ul& 
!ssa nega "ul#$ %orge de &ima.
 
MTRI!":
 A
#étrica
 ou
#edida
 é representada pelo n'mero de s(labas de um verso. !ssa estrutura em s(labas permite ao leitor identificar o ritmo do poema: As
s$labas poéticas
 ou
#étricas
 não são contadas como as s(labas gramaticais. A contagem de s(labas poéticas respeita o ritmo do poema, é feita auditivamente e vai apenas até a 'ltima s(laba t#nica do verso.
Representa*ão da métrica de um verso
 
RITMO:
O
rit#o
, respons)vel pela estrutura mel*dica do te+to poético, é marcado pela sucessão de s(labas )tonas e t#nicas dentro do verso ou do poema: 
 Acho que a chuva ajuda a gente a se ver 
 amba, suor e cerve-a, Caetano /eloso.
 
 A cavalo de galopea cavalo de galopea cavalo de galopelá vem a morte chegando.
0orte a cavalo, Carlos 1rummond de Andrade.
 Caetano reprodu2 o som da chuva3 1rummond reprodu2 o galopar do cavalo. Os dois e+emplos mostram como a e+ploração da sonoridade das palavras e das suas tonicidades colabora para a configuração do ritmo no te+to poético.
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