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O ensino-da arte na educacao infantil

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A arte é uma forma de o homem entender o mundo que o cerca e de se relacionar com ele, além de ser essencial para o seu desenvolvimento intelectual e para o desenvolvimento do pensamento artístico, dando um modo próprio para cada um observar ou produzir uma obra de arte. Ela está relacionada com as demais áreas do conhecimento facilitando o estabelecimento de relações entre as disciplinas estudadas, ou seja, acrescentando saberes aos saberes já adquiridos. A arte está presente em todas as culturas e em diversas profissões dentro da sociedade. A pesquisa apresentada busca mostrar como a arte vem sendo trabalhada e como realmente deveria ser, quais são os objetivos ao se ensinar arte na educação infantil e como fazer para mudar a visão de professores que acreditam que arte na escola é apenas um passatempo. Para isso, utilizaremos como recurso pesquisas bibliográficas de alguns arte educadores e também a pesquisa de campo.
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  • 1. CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI PEDAGOGIA O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL CAMILA DE ALMEIDA ORTOLANI Capivari, SP 2010
  • 2. CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI PEDAGOGIA O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Monografia apresentada ao Curso de Pedagogia da FACECAP/CNEC Capivari, para obtenção do título de Pedagogo, sob a orientação da Profª. Lídia Inês Pagotto Piovesani. CAMILA DE ALMEIDA ORTOLANI Capivari, SP 2010
  • 3. DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a todos que o tomarem em suas mãos, seja por simples curiosidade ou como objeto de estudo e que, apesar de não resolver os problemas educacionais do nosso país, possa ajudar a reconhecer que nós, professores, precisamos fazer o melhor porque, só assim, poderemos esperar uma futura mudança.
  • 4. AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente àquele que me deu forças durante a elaboração desse trabalho, Deus, sem o qual eu não conseguiria fazer nada. À minha orientadora Lídia Inês Pagotto Piovesani e à minha avaliadora Elizaete da Costa Arona, que acreditaram no meu trabalho, especialmente à professora Lídia, que me ajudou emprestando seus livros, dando conselhos, ideias e estando sempre pronta a atender e me ajudar em minhas dúvidas. Aos meus pais Tato e Cândida, que sempre me incentivaram e acreditaram que eu conseguiria, me ajudando sempre em oração e esperando todo dia, até tarde, eu chegar da faculdade. Às minhas irmãs Leila e Letícia, que muitas vezes me ajudaram a fazer pesquisas na internet, digitando meus trabalhos quando eu não tinha muito tempo e sendo minhas melhores amigas. Aos professores da faculdade, que sempre nos ajudaram e motivaram. Às professoras que gentilmente me ajudaram em minhas pesquisas de campo... Àqueles que, direta ou indiretamente, serviram de apoio para a realização deste trabalho.
  • 5. “Toda criança é artista. O problema é como permanecer artista depois de crescer.” (Pablo Picasso)
  • 6. ORTOLANI, Camila de Almeida. O Ensino da Arte na Educação Infantil. Projeto de Pesquisa de Monografia de Conclusão de Curso. Curso de Pedagogia. Faculdade Cenecista de Capivari – CNEC. 35 Páginas, 2010. RESUMO A arte é uma forma de o homem entender o mundo que o cerca e de se relacionar com ele, além de ser essencial para o seu desenvolvimento intelectual e para o desenvolvimento do pensamento artístico, dando um modo próprio para cada um observar ou produzir uma obra de arte. Ela está relacionada com as demais áreas do conhecimento facilitando o estabelecimento de relações entre as disciplinas estudadas, ou seja, acrescentando saberes aos saberes já adquiridos. A arte está presente em todas as culturas e em diversas profissões dentro da sociedade. A pesquisa apresentada busca mostrar como a arte vem sendo trabalhada e como realmente deveria ser, quais são os objetivos ao se ensinar arte na educação infantil e como fazer para mudar a visão de professores que acreditam que arte na escola é apenas um passa-tempo. Para isso, utilizaremos como recurso pesquisas bibliográficas de alguns arte-educadores e também a pesquisa de campo. 1. Arte. 2. Educação Infantil. 3. Desenvolvimento por meio da arte.
  • 7. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 08 1. OBJETIVO E IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA ARTE ............................................. 11 1.1. MÚSICA ............................................................................................................... 12 1.2. ARTES VISUAIS ................................................................................................. 13 1.3. DANÇA ................................................................................................................ 14 1.4. TEATRO ............................................................................................................... 15 2. HISTÓRICO DO ENSINO DA ARTE NO BRASIL ..................................................... 16 2.1. ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES ................................................... 16 2.2. AS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS .................................................................. 16 3. O PAPEL DA ARTE NA EDUCAÇÃO ........................................................................ 21 3.1. O PAPEL DO PROFESSOR ................................................................................ 23 3.2. A SALA DE AULA .............................................................................................. 25 4. A REALIDADE DO PROFESSOR DE ARTE .............................................................. 26 CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................................. 32 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................... 34 APÊNDICE ........................................................................................................................ 35
  • 8. 8 INTRODUÇÃO Nesta pesquisa procuraremos explicar de que forma o ensino da arte pode atuar na transformação dos seres humanos, quando aplicado na educação da criança. Baseado nas pesquisas de Ferraz e Fusari, Buoro, Sans, Martins, Picosque e Guerra e outros arte-educadores, pretende-se mostrar que a arte deve ser trabalhada de modo a atingir a sensibilidade do aluno e incentivá-lo a pensar e se expressar de maneira diferente. Este tema surgiu com a necessidade de se responder à pergunta sobre qual é a importância da arte na Educação Infantil e se, ensinar arte, seria apenas pintar desenhos mimeografados ou desenhos livres sem nenhuma intervenção. Faremos uso das várias linguagens artísticas, ressaltando que o objetivo não é formar artistas, pintores, músicos, atores ou dançarinos, mas sim mostrar para as crianças que é por meio da arte que podemos expressar quem realmente somos, como nos sentimos e como pensamos. Hoje a arte vem sendo trabalhada de maneira que, muitas vezes, podemos considerá-las “incorretas” ou “incompletas”. Alguns professores ainda não estão totalmente preparados para tal disciplina e apenas propõem atividades que nada acrescentam no saber artístico da criança. Isso faz com que a aula de arte se torne desinteressante e desestimulante devido ao despreparo do professor que, em muitos casos, frequentou apenas cursos de curta duração, ou ainda, por ser o professor de sala regular, não tem muito conhecimento sobre essa área do ensino. A arte está presente em todas as transformações culturais humanas começando pelas pinturas rupestres desenhadas nas paredes das cavernas e a partir daí vem evoluindo. A arte é uma forma de o homem entender o mundo que o cerca e de se relacionar com ele, além de ser essencial para seu desenvolvimento, pois disso depende a sobrevivência humana e, para ampliar seus conhecimentos, o homem precisa saber representá-lo. Fazer arte e pensar sobre o trabalho artístico que realiza, assim como a arte que é e que foi concretizada na história, pode garantir ao aluno uma situação de aprendizagem conectada com os valores e os modos de produção artística nos meios socioculturais. Ensinar arte em consonância com os modos de aprendizagem do aluno significa, então, não isolar a escola da informação sobre a produção histórica e social da arte e, ao mesmo tempo, garantir ao aluno a liberdade de imaginar e edificar propostas artísticas pessoais ou grupais com bases em intenções próprias. E tudo isso integrado aos aspectos lúdicos e prazerosos que se apresentam durante a
  • 9. atividade artística. (PARAMÊTROS CURRICULARES NACIONAIS – ARTE, 2001, p. 47) A arte é uma das formas com que podemos representar todas as mudanças históricas da humanidade, com suas características específicas, e é através desse conhecimento que o aluno desenvolve a sensibilidade, percepção e a imaginação, tanto para realizar como para observar uma obra artística. No primeiro capítulo abordaremos os principais objetivos e a importância de se ensinar arte na educação infantil, pois sabemos que essa disciplina, se bem trabalhada, contribui muito para a formação de seres-humanos melhores. Segundo pesquisas de Ferraz e Fusari (1999), o ensino da arte é importante pela função indispensável que tem na vida das pessoas e na sociedade desde o princípio da civilização. É importante entender que a arte se manifesta através dos modos criativos dos seres humanos ao interagirem com o mundo, se relacionarem com ele e conhecê-lo. Nesse mesmo capítulo falaremos sobre as quatro linguagens básicas da arte: Música, Dança, Teatro e Artes Visuais que, de acordo com o PCN-Arte (2001), são conteúdos que colaboram para a formação do cidadão e “procuram promover a formação artística e estética do aprendiz e a sua participação na sociedade” (p. 55). Para entendermos melhor o percurso do ensino da arte no Brasil, abordaremos no segundo capítulo um breve histórico da arte, passando pelas fases que esse ensino já percorreu. Ele iniciou com a Academia Imperial de Belas Artes, seguiu com a Escola Tradicional, a Escola Nova, a Tecnicista e a Sociointeracionista e, a partir de 1998, tem como referência os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. No terceiro capítulo falaremos sobre como se espera que seja ensinada arte na escola, como deve ser a sala de aula, e qual o papel do professor que, de acordo com Martins, Picosque e Guerra (1998), é aquele que prepara uma refeição, que propõe a vida em grupo, que compartilha o alimento, que celebra o saber. É do entusiasmo do educador que nasce o brilho dos olhos dos aprendizes. Brilho que reflete também o olhar do mestre. Cada aula, como um jogo de aprender e ensinar, é um instante mágico. Requer preparação e coordenação especiais, de mãos habilidosas que tocam, que apontam, que escolhem contextos significativos para o aprendiz tecer sua rede de significações. (p. 129) 9
  • 10. No quarto capítulo traremos uma pesquisa de campo na qual entrevistamos alguns professores que atuam nessa área do ensino da arte para saber quais as dificuldades encontradas, pois percebemos que, na maioria das vezes, ainda eles não têm capacitação apropriada. 10
  • 11. 11 1. OBJETIVO E IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA ARTE A arte tem uma função muito importante na vida das pessoas e na sociedade desde o princípio da civilização e se manifesta através da criatividade dos seres humanos para se interagirem e conhecerem o mundo em que vivem. Tanto os seres da natureza quanto os objetos culturais produzidos por mãos humanas despertam várias emoções em seus espectadores. Desde que nascemos vamos aprendendo a demonstrar nosso gosto por músicas, cores, formas, objetos, movimentos e, com o amadurecimento, vamos lapidando nossa maneira de gostar, julgar, fazer e, mesmo sem saber, vamos nos auto-educando a partir do convívio com outras pessoas. É por meio da música, poesia, fala, sons, cores e formas que podemos compreender determinados lugares, pois cada país tem sua própria cultura e nada melhor que a arte para representá-la. E através do ensino da arte que podemos formar cidadãos mais críticos e criativos que possam atuar para a melhoria da cultura do nosso país. Para Ferraz e Fusari (1999), “É na escola que oferecemos a oportunidade para que as crianças possam vivenciar e entender o processo artístico e sua história em cursos especialmente destinados para esses estudos”. (p. 19). De acordo com as pesquisas de Buoro (2000), na maioria das vezes as crianças possuem pouco ou nenhum contato com obras de arte, museus e espetáculos, dependendo da escola para ampliar sua relação com a arte. Entretanto, muitas vezes, o professor se vê limitado com relação à proposição de algumas atividades artísticas por considerar que tem pouco tempo e espaço reduzido na sala de aula para realizá-las. Todavia, é importante que ele planeje atividades que atendam aos interesses e às necessidades dos alunos, usando “materiais compatíveis com o espaço físico, e com o número de aulas que o educador dispõe para a abordagem de cada conteúdo escolhido” (BUORO, 2000, p. 110). Para Martins, Picosque e Guerra (1998), “Do mesmo modo que existe na escola um espaço destinado à alfabetização na linguagem das palavras e dos textos orais e escritos, é preciso haver cuidado com a alfabetização da arte”. A proposta do ensino de arte na Educação Infantil não é formar artistas envolvendo um “certo ou errado”, mas despertar as “habilidades de ver, observar, reconhecer, refletir, compreender, analisar, interpretar” (p. 14). Podemos, desta forma, auxiliar a criança a compreender o mundo e a construir conhecimento, ou seja, ampliar conhecimentos já adquiridos e propiciar que ela crie suas
  • 12. próprias produções, partindo de sua experiência pessoal, escolhendo tema, técnicas e materiais. Os componentes do processo artístico (artistas, obras, público, comunicação) e as histórias de suas relações podem tornar-se fontes instigantes para a organização e desdobramentos dos tópicos de conteúdos programáticos escolares, tanto no que se refere ao fazer como também ao pensar arte pelos estudantes. Os conteúdos programáticos em arte devem incluir, portanto: as noções a respeito da arte produzida e em produção pela humanidade, inclusive nos dias de hoje e a própria autoria artística e estética de cada aluno (em formas visuais, sonoras, verbais, corporais cênicas, audiovisuais). Isto significa trabalhar com os estudantes o fazer artístico (em desenho, pintura, gravura, modelagem, escultura, música, dança, teatro, vídeo) sempre articulando e complementando com as vivências e apreciações estéticas da ambiência cultural. (FERRAZ E FUSARI, 1999, p. 20). A música, o desenho, a escultura, a pintura, o teatro são formas que o homem encontrou para se expressar no mundo e isso também faz parte da vida das crianças que recebem influência de pais, professores e do meio em que vivem. Se os adultos incentivarem essa produção oferecendo materiais, espaço e tempo, essa criança pode, cada vez mais, aumentar sua criatividade, sua criticidade e sua curiosidade. Porém, se ela não receber nenhum incentivo dos adultos em suas obras, poderá ter, aos poucos, sua capacidade de criação e imaginação reduzidas e desejará reproduzir algo que pareça real. Como não tem maturidade e habilidade para isso, seu trabalho não ficará igual à realidade e, achando que não sabe fazer, aos poucos reduz a criatividade e expressividade, se fixando a modelos existentes e estereotipados. Depende dos educadores fazer com que a criança não perca sua espontaneidade. Para melhor compreensão das diferentes áreas, o ensino em arte foi dividido em quatro 12 linguagens básicas: Música, Artes Visuais, Dança e Teatro. 1.1. MÚSICA Por ser uma linguagem e uma forma de conhecimento, a música está intensamente inserida em nosso cotidiano, ligada a muitos hábitos culturais e em contato com a vida da criança desde muito cedo, ajudando-a a aprender suas tradições. Na educação infantil a música é usada na hora do lanche para ajudar na memorização de hábitos saudáveis alimentares, na sala de aula para memorizar números, cores, letras do alfabeto, nas homenagens para as mães e em outras datas comemorativas. Porém, ela é
  • 13. importante para o domínio de ritmo, desenvolvimento motor e da percepção auditiva, muitas vezes acompanhada por gestos corporais e por instrumentos confeccionados com materiais reutilizáveis. De acordo com os Referenciais Curriculares (1998), “A linguagem musical é excelente meio para desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da auto-estima, autoconhecimento, além de poderoso meio de integração social”. (p. 47). Todavia, para que atinja seu objetivo, a aprendizagem em música deve garantir a participação dos alunos como ouvintes, intérpretes, compositores e improvisadores, dentro e fora da sala de aula. Para que isso aconteça é preciso fazer com que as crianças desenvolvam as habilidades de ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais; que brinquem com a música, imitando, inventando e reproduzindo criações musicais, explorando e identificando elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo. Enfim, é preciso que a criança perceba e expresse sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações, composições e interpretações musicais. 13 1.2. ARTES VISUAIS Assim como a música, as Artes Visuais também contribuem para o desenvolvimento e a aprendizagem do indivíduo. Quando a criança rabisca e desenha no chão, na areia e nos muros, quando utiliza materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão) e pinta os objetos e até mesmo seu próprio corpo, utiliza-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis. A linguagem visual também pode ser revelada à criança através de um sensível olhar pensante. O olhar já vem carregado de referências pessoais e culturais; contudo, é preciso instigar o aprendiz para um olhar cada vez mais curioso e mais sensível às sutilezas. (MARTINS, PICOSQUE e GUERRA, 1998, p. 136). Esse olhar pode ser aguçado nas formas tradicionais da arte visual como pinturas, desenhos, esculturas, gravuras, mas também inclui outras formas de representações que são resultado dos avanços tecnológicos da modernidade como a fotografia, artes gráficas, cinema, televisão, vídeo, computação, performance. Por usarmos muito a linguagem visual no mundo, há uma necessidade de educar a criança para que aprenda a perceber e distinguir os diversos aspectos que nos cercam fazendo com que tenha um pensamento crítico sobre o assunto em
  • 14. 14 questão. Porém, para que os objetivos em artes visuais sejam atingidos é preciso fazer com que o aluno amplie seu conhecimento de mundo a partir do manuseio de materiais diversos, explorando suas características como cores, formas, tamanhos e utilidade. É preciso, também, fazer com que o aluno seja capaz de apreciar seu trabalho e os das demais crianças e as obras artísticas com as quais entrar em contato, para ampliar seu repertório e sua cultura, desenvolvendo através de desenhos, pinturas, modelagem e outras técnicas, o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação. 1.3. DANÇA Ao trabalhar com a dança dentro da educação infantil o professor possibilita que os alunos trabalhem a percepção dos movimentos, de ritmos tanto no coletivo como no individual, e também aumente sua noção de conjunto ao participarem de brincadeiras de rodas, ciranda, entre outras. Por essas atividades serem trabalhadas em grupo, possibilitam o trabalho e a convivência com as outras crianças, além de que, é por meio dos movimentos que podemos expor nossas emoções físicas “através dos movimentos impulsionados pelas sensações musculares e articulações do corpo”. (MARTINS, PICOSQUE E GUERRA, 1998, p. 138). Nessa área da educação os educandos podem aprender a estrutura e o funcionamento do corpo por meio das diferentes formas de locomoção, deslocamento e orientação no espaço, também podem criar e improvisar movimentos expressivos, criar coreografias entre outras. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte, A arte da dança faz parte das culturas humanas e sempre integrou o trabalho, as religiões e as atividades de lazer. Os povos sempre privilegiaram a dança, sendo esta um bem cultural e uma atividade inerente à natureza do homem. Toda ação humana envolve a atividade corporal. A criança é um ser em constante mobilidade e utiliza-se dela para buscar conhecimento de si mesma e daquilo que a rodeia, relacionando-se com objetos e pessoas. A ação física é necessária para que a criança harmonize de maneira integradora as potencialidades motoras, afetivas e cognitivas. A criança se movimenta nas ações do seu cotidiano. Correr, pular, girar e subir nos objetos são algumas das atividades dinâmicas qu
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