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Estrutura e organização do texto argumentativo

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Estrutura e organização do texto argumentativo: 1º Momento: Introdução (tema (subtemas) – tese do autor sobre esse tema.) 2º Momento: Campo argumentativo (argumento 1 – argumento 2 – argumento n. Refutação de possíveis contra-argumentos.) 3º Momento: Conclusão (Síntese final.) Identificar e caracterizar os diferentes tipos de argumentos: Entimema: É um argumento em que uma das premissas é omitida por ser óbvia e pode ser facilmente subentendida. Exemplo: “Os golfinhos não são peixes porque não
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  Estrutura e organização do texto argumentativo: 1º Momento:Introdução ( tema (subtemas)  –   tese do autor sobre esse tema.)2º Momento:Campo argumentativo ( argumento 1  – argumento 2  – argumento n . Refutação  de possíveis contra-argumentos.)3º Momento:Conclusão ( Síntese final.)Identificar e caracterizar os diferentes tipos de argumentos:Entimema:É um argumento em que uma das premissas é omitida por ser óbvia e pode serfacilmente subentendida.Exemplo: “ Os golfinhos não são peixes porque não respiram por guelras ” . Aeste argumento falta a primeira premissa: “ Os peixes respiram por guelras ” . Argumento dedutivo:A partir de premissas (afirmações, argumentos) é deduzida uma dadaconclusão que se apresenta como necessária e valida. Se as premissas forem verdadeiras e oraciocínio correto a conclusão será também verdadeira. Argumentos Indutivos:   são os argumentos em que as premissas sugerem a conclusão, mas nãoa garantem porque são particulares.Argumentos indutivos Fortes:Quando as premissas se baseiam em exemplossignificativos e não há conhecimento de contra-exemplos.Argumentos indutivos Fracos:Não acontece nenhuma das situações acima.   Generalização:Parte de premissas particulares e a conclusão é uma proposiçãouniversal, ou seja, é uma universalização pois aplica-se o que foi observado num certo numerode casos a todos os casos do mesmo género.Previsões:Argumentos indutivos cujas premissas são casos observados no passado e aconclusão é um caso particular.Argumentos por analogia:Com base em duas ou mais premissas estabelecemos relações desemelhança entre elas, procurando extrair uma conclusão que se apresenta como logicamentepossível. Partem de uma comparação.Exemplo: Premissas:   1. Há semelhanças entre os soldados de um batalhão euma equipa de futebol. 2. Os soldados de um batalhão têm de obedecer às decisõesdo comandante para poderem atingir os seus objetivos. Conclusão: Logo, os jogadoresde uma equipa de futebol têm de obedecer às decisões do treinador (comandante)para poderem atingir os seus objetivos.Argumentos sobre causas:Estabelecem uma relação de casualidade entre os fenómenos.Estabelecer uma relação causal entre dois fenómenos é considerar que há uma relaçãonecessária entre dois fenómenos, de tal modo que sempre que um acontece (causa), ocorre ooutro (efeito).Exemplo: Sempre que a temperatura desce abaixo dos 0ºC, a água pura gela,logo, a descida da temperatura abaixo de zero é a causa da solidificação da água.Argumentos de autoridade:Baseados na opinião de um cientista, mas tem que obedecer adeterminadas regras: página 109.  Distinguir argumentação de demonstração:Demonstração:Domínio da logica. Fornecer provas logicas irrecusáveis, encadeandoproposições de tal modo que, a partir da primeira, se é racionalmente constrangido a aceitar aconclusão.    Consiste num cálculo impessoal, utiliza um raciocínio formal, independentemente doconteúdo ou matéria de que se trata;    É uma estrutura lógica independente de qualquer sujeito/orador;    Diz respeito à verdade de uma conclusão inferida validamente a partir de premissasreconhecidas como verdadeiras;    Supõe apresentação de provas; a prova é impessoal e pode ser efetuada/verificada,muitas vezes, até por uma máquina;    Utiliza uma linguagem artificial não equivoca;    Visa uma verdade universal e necessária.Argumentação:outro resumoDefinir falácia:Falácia (enganar):É um raciocínio errado com aparência de verdadeiro. As falacias que sãocometidas involuntariamente, designam-se porparalogismos. As falacias que são produzidasde forma a confundir alguém numa discussão designam-se porsofismas.Falácias Informais:Não são relevantes para a conclusão. Não fornecem dadossuficientes para garantir a conclusão. Estão formuladas com linguagem ambígua; a capacidadepersuasiva destes argumentos reside frequentemente no seu impacto psicológico sobre oauditório.    Falácias de não relevância:Apelo à ignorância:Consiste em refutar umenunciado, só porque ninguém provou que é verdadeiro, ou em defende-lo, soporque ninguém conseguiu provar que é falso. EXEMPLO: Não acredito emDeus porque não há provas de que ele existiu.    Falácias de dados insuficientes:Generalização Apressada:Enuncia uma lei ouuma regra geral a partir de dados não representativos ou insuficientes.EXEMPLO: Quando eu liguei a televisão ontem estava a dar a novela. Hojeaconteceu o mesmo. Sempre que eu ligo a televisão esta a dar a novela.    Falsa causa (post hoc):Consiste em atribuir a causa de um fenómeno a outro,pela simples razão de o preceder. EXEMPLO: O gato miou quando eu abri aporta. Logo o gato miou porque eu abri a porta.    Petição de princípio:Consiste em adotar, para a premissa de um raciocínio, aprópria conclusão que se quer demonstrar. O defeito está em confundir arepetição de uma afirmação com a sua prova. Trata-se de andar às voltas semnada clarificar. EXEMPLO: Uma pessoa odeia pessoas de outra raça porque éracista.    Declive ardiloso:Para mostrar que uma proposição, P, é inaceitável, extraem-se consequências inaceitáveis de P e consequências das consequências … oargumento é falacioso quando pelo menos um dos seus passos é falso ouduvidoso. Mas a falsidade de uma ou mais premissas é ocultada pelos váriospassos “ se … então …” que constituem todo o argumento. EXEMPLO: Se eu abriruma exceção para ti, terei de abrir exceções para todos.    Falsa analogia:Numa analogia mostra-se, primeiro, que dois objetos, A e B, sãosemelhantes em algumas das suas propriedades, F, G, H. Conclui-se, depois,que como “ A ” tem a propriedade de E. A analogia falha quando os doisobjetos, a e b, diferem de tal modo que isso possa afetar o fato de ambosterem a propriedade E. E diz-se, neste caso, que a analogia não tem em contaas suas diferenças. EXEMPLO: Os empregados são como os pregos. Temos quemartelar a cabeça dos pregos para estes desempenharem a sua função. Omesmo acontece com os empregados.     Falácias de ambiguidade:Composição:Por as partes de um todo terem umacerta propriedade, argumenta-se que o todo tem essa mesma propriedade.Esse todo pode ser um objeto constituído por diferentes partes. EXEMPLOS: Ascélulas não têm consciência. Portanto, o cérebro, que é feito de células, nãotem consciência.    Falso dilema:Apresentação de duas alternativas como sendo as únicasexistentes em dado universo, ignorando ou omitindo outras possíveis.EXEMPLO: Ou o dinheiro ou a vida.    Outros que não estava no caderno:Apelo à autoridade:São falaciosos quandoem vez de apresentarem razoes usam a credibilidade e notoriedade de umaautoridade que: não é especialista no assunto em discussão; é especialista emmatérias sobre as quais não há consenso.    Apelo à piedade:argumentos que, em vez de apresentar razoes para justificara conclusão, apela a compaixão do auditório.    Apelo à força:ocorre quando o argumento apela à força, a ameaças ou aopoder de alguém para forçar o adversário aceitar como verdadeira aconclusão. EXEMPLO: Se não votarem em nós, nos próximos tempos nãohaverá novos postos de trabalhos.    Apelo ao povo:Quando num argumento se omitem as razoes que justificariamuma opção e se apela às emoções e sentimentos do auditório ou se toma ocomportamento da multidão como um exemplo a seguir.    Apelo ás consequências:Ocorre quando o orador, em vez de refutar oargumento, aponta para eventuais consequências desagradáveis que adviriamda sua aceitação.    Contra a pessoa:Ocorre quando o orador em vez de apresentar razoespertinentes contra uma opinião expressa por alguém, ataca a pessoa que adefende. EXEMPLO: Einstein foi o criador da teoria da relatividade. Ora, ele era judeu. Logo, a teoria é falsa.    Ignorância de questão:ocorre quando nos desviamos das questão essencial,demonstrando algo diferente do que esta em analise de modo a esquecer oque é essencial. EXEMPLO: Num tribunal, um advogado de defesa argumenta afavor das excelentes qualidades de pai de um acusado, quando ele é acusadode ter desviado dinheiro que não lhe pertencia.Comparar a conceção de verdade dos sofistas com a conceção de verdade de Platão:No contexto da Filosofia de Platão a verdade é o conhecimento do mundo inteligível(imutável e srcinal, dá sentido a toda a realidade sensível) que os filósofos procuram alcançar.Para os sofistas, a verdade é um ponto de vista sobre o mundo que é legitimado peladiscussão e pela capacidade persuasiva do discurso.Estabelecer a ligação entre o plano ontológico e o plano denosiológico:Realidades (plano ontológico) são termos que designam “ tudo o que é ” , a que os filósofoschamam Ser, independentemente de sabermos ou não da sua existência e do conhecimentoque dele podemos ter.    Platão criticou os sofistas, pois nem todas as opiniões são defensáveis. Para Platão, aargumentação deve estar ao serviço de um ideal mais elevado. Esse ideal estafundamentado num conhecimento verdadeiro da realidade e do que dá sentido àexistência humana.     Há uma verdade? É possível conhecê-la. Seja qual for a resposta, ela ganha forma nalinguagem e só podemos partilhá-la, torna-la acessível e discuti-la através do discurso.Em qualquer caso, linguagem, verdade e ser (realidade) são termos inclissociciveis.    Para Platão há vários níveis de realidade: uma sombra é menos real do que um objetofísico e este é menos real do que uma forma pura.    Para Platão há vários níveis de conhecimento: uma suposição é menos “ verdadeira ” doque uma crença; do mesmo modo, uma crença é menos “ verdadeira ” do que umconhecimento cientifico.Ordenação de conceitos de acordo com a extensão e compreensão:Ordem crescente de compreensão:Ser / Ser Vivo / Animal / vertebrados / mamíferos / cão /buldogue / lassieOrdem decrescente de compreensão:Fernando Pessoa / lisboeta / português / europeu /animal racional / animalOrdem crescente de extensão:pinheiro silvestre / pinheiro / arvore / vegetal / ser vivoOrdem decrescente de extensão:coisa material / peças de roupa / calças / calças de gangaIdentificar os elementos constituintes dos silogismos:Tem de ter três proposições, duas premissas e uma conclusão.Três proposições:Premissa maior; premissa menor; conclusãoTrês termos:Termomaior,menore omedio Todos oshomens sãomortais. Socrateséhomem. Socratesémortal.
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