Documents

74132056-Teste-9º-A-Aia.pdf

Description
aia
Categories
Published
of 5
41
Categories
Published
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Similar Documents
Share
Transcript
  FICHA DE AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 9º AnoGrupo IParte AL! o# aten$%o! o te&to A ret'ra(o (o onto )A A'a* (e E$a (e +ue'r,-. “A rainha chorou magnificamente o rei. Chorou ainda desoladamente o esposo, que era formoso e alegre. Mas, sobretudo, chorou ansiosamente o pai, que assim deixava o filhinho desamparado, no meio de tantos inimigos da sua frágil vida e do reino que seria seu, sem um braço que o defendesse, forte pela força e forte pelo amor.Desses inimigos o mais temeroso era seu tio, irmo bastardo do rei, homem depravado e bravio, consumido de cobiças grosseiras, dese!ando s a reale#a por causa dos seus tesouros, e que havia anos vivia num castelo sobre os montes, com uma horda de rebeldes, $ maneira de um lobo que, entre a sua atalaia, espera a presa. Ai% a presa agora era aquela criancinha, rei de mama, senhor de tantas prov&ncias, e que dormia no seu berço com seu gui#o de ouro fechado na mo%Ao lado dele, outro menino dormia noutro berço. Mas este era um escravo#inho, filho da bela e robusta escrava que amamentava o pr&ncipe. Ambos tinham nascido na mesma noite de 'ero. ( mesmo seio os criara. )uando a rainha, antes de adormecer, vinha bei!ar o principe#inho, que tinha o cabelo louro e fino, bei!ava tamb*m, por amor dele, o escravo#inho, que tinha o cabelo negro e crespo. (s olhos de ambos relu#iam como pedras preciosas. +omente, o berço de um era magn&fico, de marfim entre brocados  e o berço de outro, pobre e de verga. A leal escrava, por*m, a ambos cercava de carinho igual, porque, se um era o seu filho, o outro seria o seu rei.-ascida naquela casa real, ela tinha a paixo, a religio dos seus senhores. -enhum pranto correra mais sentidamente do que o seu pelo rei morto $ beira do grande rio. ertencia, por*m, a uma raça que acredita que a vida da /erra se continua no C*u. ( rei seu amo, decerto, !á estaria agora reinando em outro reino, para al*m das nuvens, abundante tamb*m em searas e cidades. ( seu cavalo de batalha, as suas armas, os seus pa!ens tinham subido com ele $s alturas. (s seus vassalos, que fossem morrendo, prontamente iriam nesse reino celeste retomar em torno dele a sua vassalagem. 0 ela um dia, por seu turno, remontaria num raio de lu# a habitar o palácio do seu senhor, e a fiar de novo o linho das suas t1nicas, e a acender de novo a caçoleta dos seus perfumes2 seria no C*u como fora na /erra, e feli# na sua servido.34. Para a(a u#a (a- a/'r#a$0e- 1ue -e -e2ue#! e- re3e a 4etra orre-pon(ente a Ver(a(e'ra 5V6 ou Fa4-a 5F6! (e a or(o o# o -ent'(o (o te&to. 4.4. A repetiço da forma verbal “chorou3, no primeiro parágrafo, enfati#a a dor da rainha.4.5. A expresso “o mais temeroso era seu tio3 6l.78 realça o temor que o tio bastardo sentia.4.9. ( tio bastardo ambicionava mais o poder do que a fortuna do reino.4.:. -a frase “Ai% a presa agora era aquela criancinha;3 o narrador * ob!etivo.4.7. ( gui#o de ouro * um dos elementos que permite caracteri#ar socialmente o pr&ncipe. 5101520253035404550  4.<. A comparaço “ (s olhos de ambos relu#iam como pedras preciosas.3 6l. 498 valori#a o brilho dos olhos do 0scravo#inho e do rincipe#inho.4.=. A escrava gosta de igual modo do 0scravo#inho e do rincipe#inho, embora por motivos diferentes.4.>. A Aia chorou sentidamente a morte do rei por ambos terem a mesma religio.5. Re-pon(e a2ora (e /or#a o#p4eta 7- 1ue-t0e- 1ue te 3%o -en(o o4o a(a-. Sa43o 'n(' a$%o e# ontr8r'o! on-tr,' /ra-e- o#p4eta- e ut'4'a a- tua- pr,pr'a- pa4a3ra-. 5.4. A morte do rei tem duas consequ?ncias@ uma de ordem sentimental e outra de ordem pol&tica. el? o primeiro parágrafo do texto e explicitaas, !ustificando a tua resposta.5.5. Bdentifica o recurso estil&stico utili#ado na seguinte expresso “vivia 6;8 $ maneira de um lobo que, entre a sua atalaia, espera a presa.3 6l. = e >85.5.4. 0xplica de que forma esse recurso expressivo acentua o contraste entre as figuras do tio e do principe#inho.5.9. el? o 1ltimo parágrafo do excerto transcrito.5.9.4. ara a Aia, o ei era representaço terrena da divindade. /ranscreve a frase que, nesse parágrafo, transmite essa ideia.5.9.5. De que forma a conceço que a Aiai tem da morte se relaciona com o facto de ela entregar o seu pr prio filho para a morte e, posteriormente, se suicidar. Parte :L a2ora o te&to :! ta#;<# u# e& erto (o onto )A A'a* (e E$a (e +ue'r,-. “Mas como )ue bolsas de ouro podem pagar um filho 0nto, um velho de casta nobre lembrou que ela fosse levada ao tesouro real, e escolhesse de entre essas rique#as, que eram as maiores da ndia, todas as que o seu dese!o apetecesse...A rainha tomou a mo da serva. 0 sem que a sua face de mármore perdesse a rigide#, com um andar de morta, como num sonho, foi assim condu#ida para a cEmara dos tesouros. +enhores, aias, homens de armas, seguiam num respeito to comovido que apenas se ouvia o roçar das sandálias nas la!es. As espessas portas do tesouro rolaram lentamente. 0, quando um servo destrancou as !anelas, a lu# da madrugada, !á clara e r sea, entrando pelos gradeamentos de ferro, acendeu um maravilhoso e faiscante inc?ndio de ouro e pedrarias% Do cho de rocha at* $s sombrias ab badas, por toda a cEmara, relu#iam, cintilavam, refulgiam os escudos de ouro, as armas marchetadas, os montFes de diamantes, as pilhas de moedas, os longos fios de p*rolas, todas as rique#as daquele reino, acumuladas por cem reis durante vinte s*culos. Gm longo “Ah%3 H lento e maravilhado, passou por sobre a turba que emudecera. Depois houve um sil?ncio, ansioso. 0 no meio da cEmara, envolta na refulg?ncia preciosa, a ama no se movia... Apenas os seus olhos, brilhantes e secos, se tinham erguido para aquele c*u que, al*m das grades, se tingia de rosa e de ouro. 0ra lá, nesse c*u fresco de madrugada, que estava agora o seu menino. 0stava lá, e !á o +ol se erguia, e era tarde, e o seu menino chorava decerto, e procurava o seu peito%... 0nto a ama sorriu e estendeu a mo. /odos 556065707580859095100  seguiam, sem respirar, aquele lento mover da sua mo aberta. )ue ! ia maravilhosa, que fio de diamantes, que punhado de rubis, ia ela escolherA ama estendia a mo  e sobre um escabelo ao lado, entre um molho de armas, agarrou um punhal. 0ra um punhal de um velho rei, todo crave!ado de esmeraldas, e que valia uma prov&ncia.Agarrara o punhal, e com ele apertado fortemente na mo, apontando para o c*u, onde subiam os primeiros raios do +ol, encarou a rainha, a multido, e gritou@H +alvei o meu pr&ncipe  e agora vou dar de mamar ao meu filho%0 cravou o punhal no coraço.34. Se4e 'ona e# a(a 'te# a a4ternat'3a 1ue per#'te o;ter a a/'r#a$%o a(e1ua(a ao -ent'(o (o te&to.E- re3e o n=#ero (o 'te# e a a4ternat'3a 1ue e- o4>ere-. 4.4. ( uso da interrogaço no in&cio do excerto;a8...coloca em d1vida que a Aia merecesse uma recompensa.b8;coloca em causa a recompensa que poderia pagar um filho.c8;revela que a multido condenava a atitude da Aia.4.5. A expresso “ a sua face de mármore3 6l. :8 referese;a8;$ ainha.b8;$ Aia.c8;$ Morta.4.9. A expresso “num respeito to comovido3 6l. <8 ;a8;introdu# a comparaço com “o roçar das sandálias nas la!es3.b8;reflete a comoço da multido por ter acesso $ cEmara dos tesouros.c8;reflete a gratido perante o ato heroico da Aia. 4.:. A frase “0nto a ama sorriu e estendeu a mo.3 6l. 4<8 indica que ;a8;a Aia estava feli# por entrar na cEmara dos tesouros e poder escolher uma  !oia.b8;a Aia encontro a soluço para o seu drama.c8; a Aia estava feli# por ela e o seu filho serem o centro das atençFes4.7.As personagens mais relevantes do excerto transcrito so;a8;a Aia e a ainha.b8;a Aia, o 0scravo#inho e a ainha.c8; a Aia, a ainha e o “velho de casta nobre3. ?.Re-pon(e a2ora (e /or#a o#p4eta 7- 1ue-t0e- 1ue te 3%o -en(o o4o a(a-. Sa43o 'n(' a$%o e# ontr8r'o! on-tr,' /ra-e- o#p4eta- e ut'4'a a- tua- pr,pr'a- pa4a3ra-. 5.4.Iocali#a o excerto na aço do conto.5.5.Como sabes, a Aia * a personagem principal do conto. Considerando o texto J, caracteri#aa fisicamente e psicologicamente.5.9.Bndica tr?s refer?ncias temporais presentes no excerto. 105110115120125130135140145150155  5.:./ranscreve do texto um exemplo de dupla ad!etivaço.5.7.Bdentifica os recursos estil&sticos presentes no seguinte segmento textual e conclui acerca do seu valor expressivo@ “; por toda a cEmara, relu#iam, cintilavam, refulgiam os escudos de ouro, as armas marchetadas, os montFes de diamantes, as pilhas de moedas, os longos fios de p*rolas, todas as rique#as daquele reino, acumuladas por cem reis durante vinte s*culos.3 Parte C 4.As sequ?ncias narrativas apresentadas resumem as açFes compreendidas entre os textos A e J. (rdenaos de acordo com o sentido do conto “A Aia3.B8Comunicaço da morte do tio bastardo e da do “principe#inho3.BB8Bnvaso da cEmara pela ainha, gritando.BBB8Medo que reinava no palácio.B'8ressentimento da Aiai de que algo de terr&vel iria acontecer.'8apto do “rincipe#inho3.'B8/omada de consci?ncia, pela ainha, do ato heroico da Aia.'BB8/roca das crianças. Grupo II 4.I? as frases que se seguem@ Krase 4@ Heroicamente, a leal Aia entregou o filho à horda do cruel tio bastardo. Krase 5@ O re' era @o3e# e 3a4ente. Krase 9@ Sen>ora! o Pr'n 'pe'n>o -o;re3'3eu 4.4 Ka# a análise sintática da frase 4.4.5. Atenta na frase e transcreve@a8Gm nome comum concreto.b8Gm nome coletivo.c8Gm adv*rbio.d8Dois ad!etivos.4.9. Bndica as funçFes sintáticas dos segmentos sublinhados, nas frases 5 e 9.5.Bndica o nome correspondente a cada um dos ad!etivos que, psicologicamente, caracteri#am a ainha.a8“solitária3.b8“triste3.c8“angustiada3.d8“surpreendida3.e8“grata3.9.Ka# o levantamento dos adv*rbios e dos verbos que se encontrem no ret*rito erfeito do Bndicativo, do primeiro parágrafo do texto A.:.efere os modos de representaço do discurso presentes nos textos A e J, !ustificando a tua resposta. 160165170175180185190195200205210

ProiectEA2015

Aug 4, 2017
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks
SAVE OUR EARTH

We need your sign to support Project to invent "SMART AND CONTROLLABLE REFLECTIVE BALLOONS" to cover the Sun and Save Our Earth.

More details...

Sign Now!

We are very appreciated for your Prompt Action!

x