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BOLETIM Nº 14 DA FREGUESIA DE SANTA MARIA, SÃO PEDRO E MATACÃES

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JANEIRO | FEVEREIRO | MARÇO '017 EDIÇÃO #14 Francisco João Pacheco Martins Presidente da Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães Editorial 2 "Reencontro" 3 "Ol(h)á Florbela!" 3 A.C. Barroense | entrevista 4 G.D. Serra da Vila | entrevista 5 Notícias 6 Obras 7 Notícias 8 Clube Sénior 9 O Farol 10 Mini Freguês 10 Eventos 11 Agenda 12 | 13 | 14 Vozes da Assembleia 14 Re’Descobrir Re’Conhecer 15 ÍNDICE ASSEMBLEIA DE FREGUESIA SESSÃO ORDINÁRIA DE 28 DE DEZEMBRO DE 2016 ORDEM DE TRABALHOS: PONTO UM: APRESENTAÇÃO, DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DAS OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO PARA O ANO DE 2017 DE ACORDO COM A ALÍNEA A) DO N.º 1 DO ART.º 9 DA LEI N.º 75/2013, DE 12 DE SETEMBRO PONTO DOIS: EXPOSIÇÃO DO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA SOBRE A ATIVIDADE DA MESMA NO 4º TRIMESTRE DATA PREVISTA PARA A PRÓXIMA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA NO DECORRER DO MÊS DE ABRIL FICHA TÉCNICA: BOLETIM INFORMATIVO | Edição 14 Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães PROPRIEDADE Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães DIRETOR Francisco J. P. Martins EDIÇÃO Gabinete de Comunicação da Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães COORDENAÇÃO | DESIGN GRÁFICO Adriana Pereira TIRAGEM 1000 Exemplares Periodicidade Trimestral Distribuição Gratuita A Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães do concelho de Torres Vedras tem 62 km2 e 26.000 habitantes. Ela resulta da agregação forçada de três freguesias, que tinham dinâmicas diferentes fruto da sua população e das suas caracterís- ticas, e que em resultado de uma lei aplicada sem quaisquer conhecimento das realidades do pais, nós autarcas de freguesia ficámos com mais uma tarefa para realizar, tentar que as pessoas que servimos não fossem prejudicadas nas suas necessidades. Mas a reforma que nós freguesias necessita- mos não é ao nível do território, de juntar mais O país não pode desperdiçar mais uma opor- tunidade na urgente necessidade de rever as atuais e futuras competências das freguesias. A legislação produzida deve ter em conta os múltiplos aspectos de uma freguesia, tais como o seu território, os seus núcleos urbanos, a sua população, o numero de esta- belecimentos de ensino, os equipamentos de saúde ao dispor, enfim tantas variáveis, que como é evidente só com um conhecimento profundo e um trabalho sério é que se poderá dar um passo em frente. NãofoiissoqueaconteceunafamosaReforma Administrativa, que de reforma nada teve a não ser o nome. Por isso convidamos todos os que realmente se interessam por decidir bem e legislar me- lhor a visitar Torres Vedras, visitar a nossa freguesia assim como todas as freguesias do nosso concelho e assim verificarem no local como são diferentes as freguesias e como a legislação também deve ser diferente na sua aplicação. Fazer tudo isto dá trabalho, mas é para isso que fomos eleitos, é por isso que sou autarca de freguesia. EDITORIAL AUDIÇÃO PUBLICA DO PRESIDENTE SOBRE O REGIME DE REORGANIZAÇÃO TERRITORIAL DE FREGUESIAS NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA EM 5 DE DEZEMBRO DE 2016 uma freguesia, ou voltar a restaurar outra. Aquilo que necessitamos é de uma verdadeira reforma ao nível das competências, para que frutodanossaextremaproximidadepossamos continuar a efetuar um trabalho de qualidade, com um cuidado ao nível de pormenor que organismos do Estado com uma dimensão superior descuram continuamente. O que nós desejamos que seja feito e revisto agora, é que não se olhe apenas para os grandes centros urbanos, mas que se tente perceber como é que as freguesias funcionam, comoéqueelaspodemseruteis,aoinvésdese continuar a legislar como tudo se conhecesse. 2 A conceituada atriz regressou ao teatro de revista com a revista à portuguesa “Ol(h)á Florbela! ”; uma revista de luxo que faz divertir o público do início ao fim. Ao lado de Florbela, que diverte a plateia como uma matreira alentejana, um tropa irreverente, entre outros bonecos, está um elenco talentosíssimo que, em muito, contribui para o êxito da revista: a grande atriz Vera Mónica, que recria a cantora Linda de Suza e interpreta dois novos fados que o público ra- pidamente começa a cantar; Marisa Carvalho, que faz, entre outros, o número sério da revista sobre os jovens licenciados que emigram do país; Raquel Caneca, uma jovem repleta de qualidades enquanto cantora e atriz que diverte a plateia pro- curando o “pau de selfie” e Gonçalo Brandão, que se estreia no teatro de revista e é um verdadeiro sucesso com o número da “Super Pizza”, onde acaba ao colo dos espetadores. — fotografias de Jorge Azevedo "OL(H)Á FLORBELA!" FLORBELA QUEIROZ ASSINALA O SEU ANIVERSÁRIO COM SESSÃO DA REVISTA "OL(H)Á FLORBELA!" A 10 DE FEVEREIRO "REENCONTRO" O Grémio Artístico Torreense encerrou as comemorações dos 125 anos com a realização do espetáculo “Reencon- tro”. O espetáculo realizou-se no dia 3 de dezembro de 2016 e teve lotação esgotada. Tendo tido um parecer po- sitivo por parte do público o mesmo repetiu a sessão a 28 de janeiro do decorrente ano. O “Reencontro” foi preparado com todo o empenho e dedicação de várias pessoas e apresentado duas décadas após a última representação, recor- dando alguns números que tiveram maior impacto. Este espetáculo encerrou um ano com diversas iniciativas e eventos que ser- viram para pontuar e comemorar os 125 anos da coletividade mais antiga da cidade de Torres Vedras. — fotografias de mansur O GRÉMIO ARTÍSTICO TORREENSE APRESENTOU O ESPETÁCULO "REENCONTRO" 3 1|QUAIS AS PRINCIPAIS ATIVIDADES DESEN- VOLVIDAS PELO ATLÉTICO CLUBE BARROENSE? Neste momento as principais atividades desenvolvidas pelo nosso clube são: as escolinhas de Futsal, os treinos de An- debol e as aulas de Zumba. No futsal te- mos uma equipa de juniores que participa no Campeonato Distrital de Juniores A. — 2|COMO TEM SIDO A ADESÃO DA COMUNI- DADE A ESSAS ATIVIDADES? A adesão da comunidade às nossas ati- vidades tem sido boa, claro que nós pre- tendemos sempre mais mas, por vezes, torna-se difícil motivar as pessoas que estão muito habituadas às suas rotinas. Já a nível de infraestruturas estamos empe- nhados em terminar um projeto já iniciado que visa fazer obras de remodelação e equipar a nossa cozinha de forma a ter- mos melhores condições para a realização de eventos com os nossos associados. Ideias para melhoramento das infraestrutu- rastemosmuitasmastemosdeterospésas- sentesnaTerra,poisoscustossãoelevados. — 5|DEIXEUMAMENSAGEMPARAOSLEITORES DO NOSSO BOLETIM. A mensagem que quero deixar aos leitores é a seguinte: ajudem as associações nas atividades por elas desenvolvidas com a adesão às mesmas, pois só todos juntos conseguiremos manter as associações a funcionaremparaserviremascomunidades. Disponham de um pouco do vosso tempo em prol de todos, como fazem as direções. Pois quando uma associação fecha as suas portas por falta de Direção todos reclamam mas ninguém quer assumir a responsabi- lidade, e se todos ajudarem custa muito menos e todos beneficiamos com isso. — 3|QUAIS OS MOMENTOS MAIS MARCANTES DA HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO? O momento mais marcante de qualquer As- sociaçãoésempreodasuaconstituiçãoque foi em 25/12/1934 já lá vão 82 anos. Depois temos entre os momentos mais marcantes a construção da nossa primeira Sede que teve a sua inauguração em 25/12/1970. A aprovação dos nossos primeiros Estatutos. A construção do nosso Pavilhão Despor- tivo que foi inaugurado em 26/09/1999. — 4|QUAIS OS PROJETOS PARA O FUTURO? Os nossos projetos para o futuro a nível desportivo centram-se no Futsal, nome- adamente na formação de uma Equipa Feminina de Futsal assim como de Se- niores. Estamos a estudar os custos de forma a podermos viabilizar esses projetos para iniciarem a competição na próxima época. No Andebol pensamos na forma- ção também de escolinhas e porque não uma equipa de Seniores em competição. ENTREVISTA LUIS RAFAEL VICENTE | PRESIDENTE DO ATLÉTICO CLUBE BARROENSE 4 1|O QUE O LEVOU A FORMAR UMA DIREÇÃO PARA O GRUPO DESPORTIVO DA SERRA DA VILA? Bemvistasascoisas,quandocomeceiaouvir que não havia nova equipa diretiva para o GDSV, fiquei muito admirado, pois as gentes da Serra da Vila eram muito dedicadas à sua Sede, como lhe chamavam. E, como já estava arredado da Associação desde o 50º aniversário, quando fiz parte dos corpos sociais da mesma como presidente da MAG, e estando reformado da minha atividade de Bancário há já alguns anos, e passando a maior parte do meu tempo na Serra, onde tenho o Estúdio da Torres TV, pensei em agitar os que têm tempo e o bichinho das causas associativas. Encontrei muita pouca vontade da parte dos que eu pensava que poderiam ainda ser úteis à comunidade onde vivem. Mas como sou perseverante, passados quatromesesencontreialguémquetambém deu muito, assim como os outros deram, a esta associação, e que ainda gostam de ver a mesma com vida, mesmo com as suas limitações de saúde, comprometeu-se comigo, em conseguir uma direção, para reabrir o GDSV, entretanto fechado em Julho de 2016. E cá estamos nós, de armas e bagagens prontos para enfrentar os que habitualmente tentam sempre minar ou destruir o que a Serra tem de bom – o seu espaço de convívio, de atividade desportiva, recreativa e cultural, onde não esquecemos o velhinho Grupo Cénico da Serra da Vila, que tantas alegrias nos deu. — 2|O QUE PODEM ESPERAR OS SÓCIOS DESTA NOVA DIREÇÃO? Podem contar com uma equipa pequena, mas com muita vontade de fazer coisas de interesse para ocupar os tempos livres dos mais e dos menos novos. — 3|QUAL O DESAFIO MAIS DIFÍCIL PARA ESTA DIREÇÃO? Seráconseguirrendimentosparaseregistar as suas Instalações na Conservatória do Registo Predial de Torres Vedras e, mais tarde, poder alugar o Bar a terceiros, para que as direções presente e futuras tenham maisdisponibilidadeparadirigiraAssociação propriamente dita, promovendo eventos, como se costuma dizer, de casa cheia. Agora a pouco e pouco iremos acrescentar atividades às que existem atualmente (Ka- raté, Zumba, Ginástica Sénior e ATL, estas duas últimas em parceria com a Junta de Freguesia). — 5|QUE PROJETOS OU ATIVIDADES ESTÃO A SER PLANEADOS PARA O FUTURO? No cumprimento dos Estatutos da Insti- tuição, a Direção propõe-se desenvolver as seguintes atividades nos anos de 2017 e 2018: • Trabalhar sistematicamente para o equi- líbrio económico-financeiro da Instituição e promoveralegalizaçãojurídicaepatrimonial das instalações da instituição perante a Con- servatória do Registo Predial, a seu tempo. • Manter e incrementar os Acordos de Co- operação e Protocolos estabelecidos com a Junta de Freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Matacães nas Respostas Sociais de Creche e outras que existam, e incrementar e desenvolver parcerias com a autarquia local e outras entidades públicas e privadas; •Prosseguircomaorganizaçãodeatividades que visem a sustentabilidade financeira da Instituição, • Promover uma maior integração e parti- cipação dos membros dos órgãos sociais, associados e colaboradores nas atividades institucionais. • Promover uma campanha de angariação e reativação de associados. — 6|DEIXE UMA MENSAGEM AOS SÓCIOS E AOS NOSSOS LEITORES. Aos sócios desejo que frequentem mais as instalações do GDSV, e que participem nas iniciativas promovidas por esta ou outras direções e também, contribuam com ideias, para todos em conjunto, engrandecer o mesmo. Aos que já foram sócios e, que desistiram por se terem ofendido com quem por cá passou, lembrem-se que os diretorespassammasoGDSVcontinua.Que se esqueçam do passado, e pensem sim, no presente e no futuro. Cá os esperamos…. Aos leitores do Boletim Informativo da Junta, deixamos aqui um convite… subam à Serra da Vila, respirar um bom ar e… façam-nos uma visita… ENTREVISTA JOAQUIM JORDÃO PEREIRA| PRESIDENTE DO GRUPO DESPORTIVO SERRA DA VILA 5 REABERTURA DA SEDE DA SERRA DA VILA COMO REAGIRAM OS SÓCIOS E MORADORES DA SERRA DA VILA À REABERTURA DA SEDE E REINÍCIO DA ATIVIDADE DA ASSOCIAÇÃO o Engº Francisco Martins, e o Dr. José Manuel Freitas, res- pectivamente o Presidente do Executivo e Presidente da As- sembleia de Freguesia, acom- panhadosdeoutroselementos ligados à Junta, e de todos os habitantes e forasteiros que muito nos sensibilizou e nos fez acreditar que estamos no bom caminho. — O Presidente da Direcção do GDSV Joaquim Esteves Jordão Pereira OBardaassociaçãofoireaber- to no passado dia 8 de janeiro com uma tarde animada por um nosso amigo, o Rui Agos- tinho, que durante duas horas animou as pessoas que se quiseram juntar e participar no evento, onde não faltou um lanche partilhado. Pelas pessoas que passaram na- quele dia, desde o Arq. Bruno Ferreira, em representação da Autarquia Torreense, Realizou-se, no dia 24 de janeiro de 2017, a reunião pública descentralizada do executivo da Câmara Municipal de Tor- res Vedras na freguesia de S. Maria, S. Pedro e Matacães. A reunião decorreu nas instalações do Grupo Desportivo de Matacães e contou com a sala cheia de populares que quiseram vir assistir e colocar questões sobre alguns cons- trangimentos sentidos. No início da reunião, o presidente da junta, Francisco Martins, tomou a palavra para dizer que a realização da reunião neste local serve também para assinalar algo que foi erradamente feitonareorganizaçãodefreguesias.Agradeceuaospresentes e disponibilizou-se para ouvir as sugestões e reclamações dos presentes. O presidente Francisco Martins aproveitou ainda para deixar alguns alertas ao executivo camarário, particularmente relacionados com o território de Matacães REUNIÃO PÚBLICA REUNIÃO PÚBLICA DO EXECUTIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE TORRES VEDRAS REALIZOU-SE EM MATACÃES 6 2 3 4 1 5 6 7 OBRAS ÚLTIMO TRIMESTRE 1 3 4 5 6 7 2 Limpeza de valetas na Boavista Olheiros. Execução de caminhos vicinais na zona do Barro. Arranjo urbanístico | eliminação de barreiras arquitetónicas na Rua do Sossego, Bairro da Infesta. Execução de muro em betão na Nossa Senhora da Pena. Continuação de trabalhos de alargamento e execução de valetas em pedra rústica na estrada Paúl - Varatojo. Execução de calcetamento na estação de serviço, no Parque da Várzea. Limpeza de linhas de água em ciclovias. 7 "EU AJUDEI A CRUZ VERMELHA!" JUNTA DE FREGUESIA E A CRUZ VERMELHA PORTUGUESA - DELEGAÇÃO DE TORRES VEDRAS AJUDAM FAMÍLIAS. Neste Natal, e como já tem vindo a ser habitual, a Junta de Freguesia não deixou de ajudar as famílias mais carenciadas da freguesia, tornando assim a época natalícia mais alegre. Em conjunto com a associação Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Torres Vedras, contribuímos com mais de 70% do azeite para o recheio dos cabazes de Natal. O grupo de Caminheiros do Agrupa- mento de Escuteiros 122 de Torres Vedras desenvolveu, no passado dia 19 de novembro, uma atividade en- volvendo limpezas a uma habitação antiga e carenciada situada no Bairro dos Pobres, no Sarge. Para o sucesso desta iniciativa, a Junta de Freguesia contribuiu com diver- so material de proteção (máscaras, fatos protetores e luvas) para o uso dos escuteiros, podendo assim estes desenvolver e concluir as limpezas em segurança. Neste inverno, e à semelhança dos anos anteriores, o pro- jeto “Lenha Solidária” veio aquecer o lar de muitas famílias torreenses. Continuandoemfasedecrescimento,esteanohouveumamaior solicitação de lenha por parte das mais diversas associações da freguesia, com o lucro a reverter a favor da entidade que vende. É de referir, ainda, que o dinheiro angariado na venda da lenha que se encontra nos espaços pertencentes à junta, também é doado para as associações. A.P.E.C.I. [Associação Para a Educação de Crianças Inadaptadas] — A.S.A.S. DE MATACÃES — ASSOCIAÇÃO DE PAIS DA FONTE GRADA — ATLÉTICO CLUBE BARROENSE — CENTRO COMUNITÁRIO DE TORRES VEDRAS CENTRO PAROQUIAL DE TORRES VEDRAS — CRUZ VERMELHA DE TORRES VEDRAS — GRUPO DESPORTIVO BOAVISTA-OLHEIROS — GRUPO DESPORTIVO DE MATACÃES INSTITUIÇÕES: LENHA SOLIDÁRIA 8 ESCUTEIROS SOLIDÁRIOS GRUPO DE ESCUTEIROS EXECUTAM LIMPEZA NUMA HABITAÇÃO NO BAIRRO DOS POBRES. O Clube Sénior consiste na criação e dinamização de espaços de educação não formal para cidadãos com idades superiores a 55 anos. Surge como uma resposta social que pretende contribuir para a dinamização do isolamento na população sénior e a promoção de um envelhecimento saudável e ativo. Foi criado em 2007, pela Câmara Municipal de Torres Vedras em parceria com as Juntas de Freguesia do concelho e integra cerca de 300 seniores atualmente. Na freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães existem dois núcleos: Matacães e Boavista Olheiros, que funcionam, respetivamente, às terças e sextas feiras das 14h às 17h no departamento da freguesia em Matacães e no Grupo Despor- tivo, Recreativo e Cultural da Boavista Olheiros. CLUBE SÉNIOR 9 O Farol é uma escola pública do ensino básico, pertencente ao Agrupamento de Escolas Padre Vítor Melícias, loca- lizado na Orjariça, em Torres Vedras. É frequentado por trinta e sete crianças, distribuídas por duas salas, uma de 1º e 2º anos e outra de 3º e 4º anos. O Farol é uma comunidade de apren- dizagem, em que há uma participação ativa dos pais nas atividades escola- res, nomeadamente, na tutoria e nas oficinas. A tutoria consiste no apoio complementar que os pais dão aos alunos, seguindo as indicações dos professores. As oficinas são atividades dinamizadas pelos pais, após o tempo letivo, por exemplo, a oficina do Kung Fu, das Artes entre outras. — Professora: «Sinto que aqui as crianças estãomaistranquilasemaisconfiantes. Os conteúdos são dados de uma forma simplificada, o que faz com que os alu- nos se sintam menos sobrecarregados e, assim, mais felizes.» — Aluno: «Eu gosto de andar no Farol. É bom, porque é uma escola onde todos os alunos são respeitados.» — Mãe: «Cá na escola, os pais estão mais presentes e, desse modo, a ligação entre a escola e a família é mais fácil. Esta relação de proximidade leva a um desenvolvimento integral das crianças de forma mais equilibrada.» — Mãe:«NoFarol,vivenciamososdesafios de viver em comunidade, tendo como pilares os valores humanos: VERDADE, LIBERDADE,RESPEITO,SOLIDARIEDADE E RESPONSABILIDADE.» O FAROL PSICOLOGIA NAS ESCOLAS O projeto “Mini-freguês” destina-se a todas as crianças do 3º ano, do 1º ciclo, das escolas básicas da Freguesia de Santa Maria, S. Pe- dro e Matacães. Os jovens estudantes têm a oportunidade de visitar a Junta de Freguesia e aprender mais sobre esta instituição e as suas valências, perceber a origem e importância da Freguesia, contactando com o património e suas tradições. Os principais objetivos desta iniciativa passam pela promoção do sentimen- to de pertença, identidade local e cidadania. Na 2ª Edição, participaram nesta iniciativa da Junta de Freguesia cerca de 352 crianças e, tendo recebido avaliação positiva de alunos e educadores, pretende-se dar continuidade ao projeto contribuindo desta forma para a construção de uma cidadania ativa junto das crianças da Freguesia. MINI FREGUÊS CRIANÇAS DO 1º CICLO VISITAM A JUNTA DE FREGUESIA 10 O pavilhão polidesportivo da As- sociação Cultural e Beneficente Santo António do Varatojo acolheu no passado dia 19 de novembro o 1º Festival das Sopas. Tendo tido uma enorme adesão por parte da população, esta iniciativa surgiu por parte das escolinhas, Jardins de Infância e Básica do Varatojo e contou com a presença dos fami- liares e amigos de todos os alunos. 19 nov. 6 jan. QUE CONTARAM COM A COLABORAÇÃO DA JUNTA NO QUARTO TRIMESTRE '016 EVENTOS 16 nov. Durante a tarde do dia 16 de novembro, o Jardim de In- fância da Boavista Olheiros hasteou a sua Bandeira Ver- de,galardãodoEcoEscolas. Os alunos contaram com a presença dos professores, assistentes operacionais e doconvidadoespecial,Fran- cisco Martins, Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Mata- cães. A tarde foi animada com a atuação do grupo do Professor Pinto Gonçalves, os RUFINHOS. AS JANEIRAS HASTEAR DA BANDEIRA FESTIVAL DAS SOPAS 11 À semelhança do que já vem sendo hábito, alguns grupos, cumpriram a tra- dição de cantar as janeiras e apresentar votos de Bom Ano Novo ao Executivo e Funcionários d
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