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Avaliação em DI - Protocolo Clínico

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Avaliação em DI - Protocolo Clínico 1. Avaliação psico-social 2. Avaliação Médica, com ênfase no exame neurológico e genético-clínico. 3. Heredogramas e Detecção de Famílias com múltiplos afetados e consangüinidade.
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Avaliação em DI - Protocolo Clínico 1. Avaliação psico-social 2. Avaliação Médica, com ênfase no exame neurológico e genético-clínico. 3. Heredogramas e Detecção de Famílias com múltiplos afetados e consangüinidade. 4. Exames Genéticos: Cariótipo; DNA; Bioquímicos. 5. Exames de Imagem: Ultrasom Transfontanelar; Tomografia computadorizada (TC) e Ressonância Magnética. Fluxograma Clínico de Avaliação É baseado nos trabalhos pioneiros de Wolf (1971) e Opitz (1977): A 1a. Etapa semiológica é o EXAME MORFOLÓGICO ou DISMORFOLÓGICO: procura-se identificar malfomações ou dismorfias congênitas se presentes são possíveis 2 grupos de DM: Grupo 1= MALFORMAÇÕES ISOLADAS de SNC Grupo 2= MALFORMAÇÕES ou DISMORFIAS MÚLTIPLAS Fluxograma Clínico Se são ausentes são possíveis outros grupos: Para definição destes outros grupos são necessárias outras avaliações semiológicas: 1. História Completa Pré, Peri e Pós- Natal 2. Exame Neurológico 3. Exame Bioquímico 4. Exame Psiquiátrico Grupos sem Malformações ou Dismorfias Grupo 3: DM Ambiental, relacionado as causas ambientais apresentam DISRUPÇÕES e não Malformações Congênitas. Grupo 4: DM Metabólico, são os Erros Inatos do Metabolismo - há pequeno número que apresentam dismorfias. Grupo 5: DM Psicótico relacionado ao autismo, síndromes autísticas e psicoses Grupo 6: DM com Disfunção do SNC associado a Epilepsia. Ex. S. de West Grupo 7: DM PURO ou Não Sindrômico Grupo 1= DM e MF de SNC Principais Classes de MF de SNC: 1. Defeitos de Fechamento do Tubo Neural 2. Microcefalias e Macrocefalias 3. Holoprosencefalias 4. Hidrocefalias 5. Displasias Corticais e Anom. Migração Neuronal (Lissencefalias, Heterotopias,etc) 6. Disgenesias Cerebrais: Ausência de Septo Pelúcido, Ausência ou Hipoplasia de Corpo Caloso,Displasia Septo-Óptica,etc 7. Disgenesias Cerebelares: Dandy-Walker, Hipoplasia, Rombencéfalosinapse,etc. 8. Anomalias Vasculares Malformação de Dandy-Walker É responsável por 5-10% das Hidrocefalias Congênitas, sendo caracterizada por dilatação cística do 4o ventrículo, agenesia do verme cerebelar completa ou incompleta e hidrocefalia. Pode ser MF isolada ou associadas a outras MF de SNC ou síndromes. Malformação de Arnold-Chiari ou Chiari Chiari I: ectopia da tonsila cerebelar abaixo do forame magno( 5mm) devido a desproporção entre a fossa psoterior(pequena) e o cerebelo(normal).pode ser assintomática ou associada a cefaléia ou síncope. Pode associar com hidromielia ou seringomielia. Chiari II: herniação da tonsila cerebelar associada com meningomielocele. É um defeito de Tubo Neural. Grupo 2= MALFORMAÇÕES MÚLTIPLAS ( ou dismorfias) Sub-grupos: 2.1- Cromossomopatias Quando indicar o exame de CARIÓTIPO; quando é NORMAL? Novos exames = MLPA e array CGH (a questão da detecção das microdeleções e microduplicações) Síndromes Monogênicas 2.3- Síndrome Patogênicas ou de etiologia não conhecida declínio acelerado deste subgrupo com o avanço da Gen.Molecular. Grupo 3= O DM AMBIENTAL Teratogênese e DM: Álcool,Cocaína, Misoprostol, Radiações, Metais Pesados(Chumbo e Mercúrio), Medicamentos como Anticonvulsivantes,etc Anóxia e Trauma de Parto Prematuridade e Sobrevivência de Prematuros Incompatibilidades Sangüíneas Desnutrição Materna Infecções Congênitas e Pós-Natais ( Meningites e Encefalites) Fatores etiológicos nos municípios do PROJETO CONDECA Causas Ambientais na APAE de Batatais Grupo 4= Doenças Metabólicas Existem mais de 500 doenças genéticas metabólicas(eim). Os mais prevalentes são o Hipotireoidismo e a Fenilcetonúria. Portanto, importância do Teste do Pézinho. O teste ampliado. A prevalência atual varia entre 0.6 a 1.3% sem uso de protocolo específico. Quando indicar Exames Metabólicos?principalmente: regressão neurológica, crises convulsivas de difícil controle, descompensação metabólica episódica(sonolência,coma,acidose,aumento ác. urico,amônia),ataxia,hepatomegalia,hepatoesplen omegalia,icterícia,colestase,odores,facies grotesca,catarata,opacif.córnea,etc. Quais exames? Grupo 5 = DM PSICÓTICO Importância do Autismo: diagnóstico diferencial entre AUTISMO PURO e Síndromes Autísticas principais síndromes autísticas: Down, X-frágil, Angelman, Rett,etc. Grupo 6: DM com Disfunção do SNC (Epilepsia) Ex. S. de West: inicia-se entre 3 e 7 meses por espasmos infantis em salvas(podem ser mov.bizarros, EEG com hipsarritmia e atraso neuropsicomotor. A evolução apesar do tratamento geralmente não é boa, evoluindo para dif. aprendizado, distúrbio da linguagem, hipercinesia e traços autísticos. Outras síndromes epilépticas podem seguir-se a S. West como Lennox-Gastaut. Esta ocorre a partir do 2o/3o ano cursando com crises multiformes e DM grave. OBS: A S. West pode estar relacionada a EIM. Grupo 7: DM Puro ou Não sindrômico São caracterizados pelos pacientes só apresentarem Deficiência Intelectual, sem nenhuma outra alteração. São sempre genéticos, sendo a maioria de herança ligada ao X recessiva (heredogramas de só homens afetados), embora existam autossômicos dominantes e recessivos. Principais Exames Complementares 1. Exames de Citogenética: Bandeamento G, novos exames de array-cgh e MLPA. 2. Exames de DNA, principalmente a triagem populacional de X-frágil e outros genes ligados ao X- FRAXE, ARX, MECP2 3. Exames Metabólicos: Teste do Pézinho, Triagens Qualitativas em Urina, Cromatografias em Camada Delgada, Aminoacidogramas, Cromatografias de Alta resolução, Espectroscopia 4. Exames de Imagem: Tomografias e Ressonâncias Exames de Alta Complexidade Implantação do trabalho clínico nas APAEs N 0 de cariótipos realizados APAE de Batatais alterados 21 Sd. Down APAE de Altinópolis alterados 15 Sd. Down APAE de Serrana alterados Sd. Down Exame molecular 154 normais 12 normais 9 normais APAE de Nuporanga 5 5 normais APAE de Cajuru 5 2 Tomografia alteradas alteradas alteradas 6 2 alteradas 10 Ressonância alteradas alteradas alteradas 0 2 normais 4 alteradas alteradas TOTAL A Importância do Heredograma É fundamental a detecção das famílias em alto risco de recorrência, para estabelecer a Prevenção Primária e Secundária. Tanto cromossomopatias como doenças gênicas, sejam monogênicas ou poligênicas. Exemplo: Família com S. Down por Translocação. Conceitos Básicos Heredograma Padrões de Herança nas Populações Humanas I 1 2 II III IV 1 2 Importante cariótipo dos pais para risco de recorrência
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