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A NATUREZA DO SECRETARIADO EXECUTIVO COMO CIÊNCIA PRÁTICA EXECUTIVE SECRETARIAL AS A PRACTICE SCIENCE

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209 A NATUREZA DO SECRETARIADO EXECUTIVO COMO CIÊNCIA PRÁTICA EXECUTIVE SECRETARIAL AS A PRACTICE SCIENCE MANUEL MOREIRA DA SILVA 1 JOCIMARA ROSA FERRAZ 2 MÁBIA CAMARGO 3 RESUMO: Este trabalho objetiva
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209 A NATUREZA DO SECRETARIADO EXECUTIVO COMO CIÊNCIA PRÁTICA EXECUTIVE SECRETARIAL AS A PRACTICE SCIENCE MANUEL MOREIRA DA SILVA 1 JOCIMARA ROSA FERRAZ 2 MÁBIA CAMARGO 3 RESUMO: Este trabalho objetiva discutir a possibilidade de um estabelecimento do Secretariado Executivo como ciência prática. Em vista disso, apresentará sumariamente as principais teorias ou proposições existentes em torno da constituição do Secretariado Executivo enquanto ciência teórica e, por conseguinte, como área de conhecimento. Neste caso, discutirá de modo específico os problemas e os limites dessas teorias e proposições, quando confrontadas entre si, no sentido em que as mesmas compreendem ou concebem a natureza do Secretariado Executivo. Em seguida, partindo da constatação de que essas teorias e proposições concebem o Secretariado Executivo basicamente como ciência teórica, ou teoria geral, ou ainda como ciência auxiliar, em ambos os casos, nos limites de uma ciência aplicada, o presente trabalho buscará introduzir a questão da natureza própria do Secretariado Executivo como eminentemente prática, com o que se deve buscar compreendê-lo e assim concebê-lo mais adequadamente como uma ciência prática. O trabalho tematizará assim os conceitos de ciência prática e de conhecimento prático; bem como, portanto, o Secretariado Executivo assim entendido e sua fundamentação, como conhecimento prático, na ação propriamente dita. Por fim, evidenciar-se-á a ação do profissional Secretário Executivo, concebido como facilitador epistemologicamente capaz de pensar as estruturas constituintes do Secretariado Executivo. Este entendido como forma de conhecimento. Palavras-chave: secretariado executivo, ciência prática, excelência. ABSTRACT: This paper discusses the possibility of an establishment of the Executive Secretarial as practical science. In view of this, present a summary of the main theories and propositions around the existing constitution of the Executive Secretarial as theoretical science and, therefore, as an area of knowledge. In this case, discuss specific mode problems and limits of these theories and propositions, when confronted with each other, in the sense that they conceive or understand the nature of the Executive Secretarial. Then, based on the finding that these theories and propositions conceived primarily as the Executive Secretarial theoretical science, or general theory, or as auxiliary science, in both cases, within the limits of an applied science, this paper aims to introduce the issue the very nature of the Executive Secretarial as eminently practical, with whom we must seek to understand it and thus conceive it more adequately as a practical science. The work thus thematizes the concepts of practical science and knowledge, and therefore, the Executive Secretarial well understood and its reasoning as practical knowledge in the action itself. Finally, it will highlight the action of professional Executive Secretarial, facilitator epistemologically conceived as capable of thinking the constituent structures of the Executive Secretarial. This is understood as a form of knowledge. Keywords: executive secretariat, practical Science, excellence. Sumário: 1 Introdução - 2 Principais teorias do secretariado executivo como ciência - 3 Possibilidade do secretariado como ciência prática - Considerações finais Referências. 1 Doutor em Filosofia pela Unicamp (2011) e Professor adjunto do Departamento de Filosofia da UNICENTRO/PR. 2 Graduada em Secretariado Executivo pela Universidade Estadual di Centro-Oeste (UNICENTRO). 3 Mestre em Linguagem, Identidade e Subjetividade pela UEPG. Docente de Secretariado Executivo da UNICENTRO. 210 A natureza do secretariado executivo como ciência prática 1 INTRODUÇÃO Este artigo discute a possibilidade de um estabelecimento do Secretariado Executivo como ciência prática. Essa apresentada segundo a concepção aristotélica de raciocínio prático, portanto, concebida como uma atividade que não tem por fim uma explicação teórica ou uma aplicação empírica de uma teoria, mas tornar melhor aquele que assim age, bem como ação assim praticada 4. Para tanto, o artigo expõe inicialmente as principais teorias ou proposições existentes acerca da constituição do Secretariado Executivo como área do conhecimento, bem como o modo pelo qual essas teorias concebem a natureza do mesmo. Logo após, a partir de uma distinção entre conhecimento teórico e conhecimento prático, tematiza o Secretariado Executivo enquanto ciência prática e sua fundamentação na ação propriamente dita ou, de modo mais preciso, nos quadros da teoria aristotélica da ação ou do raciocínio prático 5. Enfim, evidencia a ação do profissional Secretário Executivo, concebido enquanto facilitador epistemologicamente capaz de pensar as estruturas constituintes do Secretariado Executivo e agir em conformidade com elas. Tal empreitada se mostra como uma exigência a um tempo teórico e prático do próprio Secretariado Executivo. O ponto de partida disso parece fundar-se na constatação pressuposta por muitos autores de que, atualmente, a área de Secretariado Executivo passa por um momento de consolidação científica 6, essa confirmada pelo fato de a mesma se impor como objeto de uma discussão bastante significativa pelo menos desde o trabalho de Hoeller (2006). Um dos aspectos mais debatidos, desde os acadêmicos, passando pelos próprios profissionais, até os teóricos do Secretariado Executivo, é a falta de entendimento sobre a natureza do conhecimento que envolve a referida área. Os tópicos mais comuns desse debate são a ausência de uma compreensão adequada da interdisciplinaridade 7 e uma atuação que, na maioria das vezes, não leva em conta o Código de Ética da Profissão 8. Desse modo, tanto do ponto de vista da compreensão formal e dos processos epistemológicos, quanto do ponto de vista do trabalho profissional, o Secretariado Executivo encontra dificuldades para se afirmar como área do conhecimento ou mesmo como profissão de formação específica. A causa disso parece ser, em grande parte, a inexistência de uma teoria do Secretariado suficientemente abrangente capaz de contemplar os vários aspectos e concepções que, nos dias de hoje, disputam a primazia do estabelecimento de uma teoria geral do secretariado entendido como ciência autônoma. As discussões ora se voltam 4 Esse o ponto de vista de Aristóteles é desenvolvido em: Ética a Nicômacos, II, 2, 1104 a. Obra citada, neste trabalho, de acordo com a forma padrão de citação dos escritos de Aristóteles. 5 Veja-se: Ética a Nicômacos, VI, 12-13, 1144 a 22-36; VII, 5, 1146 b a Sobre este assunto, ver também: MAÇANEIRO, M. B. A construção da identidade científica em Secretariado Executivo. In. DURANTE. D. G. (Org.). Pesquisa em secretariado: cenários, perspectivas e desafios. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, Embora os autores que tratam do Secretariado como área de conhecimento concordem, em sua maioria, que esta área seja necessariamente interdisciplinar, eles não parecem concordar em que consiste no que diz respeito a natureza da interdisciplinaridade e em como esta se constitui nos limites do Secretariado Executivo. 8 Conforme explicitaremos mais adiante, o Código de Ética da profissão, justamente por ser um código de ética, implica uma atuação eminentemente prática (em sentido ético e moral) do Secretário. Isso não parece ter sido levado em conta pelos teóricos do secretariado até aqui, caso em que, não consideram a natureza prática do Secretariado Executivo enquanto área de conhecimento ou, o que é o mesmo, o Secretariado Executivo enquanto conhecimento prático. Manuel Moreira da Silva; Jocimara Rosa Ferraz; Mábia Camargo 211 prioritariamente para o aspecto teórico da disciplina, desprivilegiando de certo modo a sua dimensão técnica e profissional, ora se voltam exclusivamente para o aspecto técnico e profissional, entendendo a constituição do Secretariado enquanto ciência subordinada. De um lado, isso se reflete na compreensão do Secretariado Executivo como Ciências da Assessoria 9, fundadas numa teoria geral; tentativa deveras alvissareira que, não obstante, por limitar-se a uma proposição exclusivamente teórica, não se mostra isenta de contestações 10. De outro lado, há tentativas que visam uma abordagem meramente técnica do Secretariado Executivo e, desse modo, terminam por desconsiderar o aspecto propriamente teórico do mesmo; com o que terminam por subordiná-lo a outras áreas, negando-lhe portanto o caráter de uma área de conhecimento autônoma. Em vista disso, uma solução plausível parece ser o entendimento do Secretariado Executivo como ciência prática, essa, a um tempo, não descura o aspecto teórico do Secretariado Executivo, porque o afirma como um conhecimento científico autônomo, e nem o seu aspecto técnico ou aplicado, pois assume tal aspecto nos quadros da ação ou da prática secretarial. Assim, uma proposição do Secretariado Executivo enquanto conhecimento prático e não meramente como conhecimento teórico por um lado e técnico ou aplicado por outro se mostra não só consistente, mas igualmente relevante, portanto, concebê-lo como ciência prática mostra-se plausível. Como ciência o Secretariado Executivo tem que se mostrar necessariamente como uma atividade teórica, como um conhecimento teórico. No entanto, como ciência prática inclui o conhecimento teórico desenvolvendo-o de modo prático. Quer dizer não aplicando a ele um objeto exterior, mas assumindo nele mesmo e em seu objeto uma dimensão prática. Neste sentido, o papel do secretariado tem que ser entendido nele mesmo como um procedimento científico, esse de caráter prático, que como tal ao ser considerado pelo pesquisador ou cientista do Secretariado Executivo, assume um caráter distinto em relação às outras ciências justamente porque não se mostra exclusivamente teórico, nem se apresenta como simples aplicação de uma teoria, mas antes se estabelece como um conhecimento prático que como tal é consistente na medida em que não tem como resultado uma simples conclusão teórica, que pode ou não ser aplicada, mas uma decisão, uma ação que já é nela mesma a aplicação de certos princípios práticos ou mais precisamente éticos e morais 11. A pesquisa da qual o presente artigo resulta consistiu em uma análise teórica das principais posições em torno do Secretariado como área de conhecimento e buscou determinar os limites e o alcance das mesmas no que tange aos aspectos teórico, técnico e prático do Secretariado Executivo. Por isso, o artigo estrutura-se no sentido de uma explicitação das linhas gerais da análise desenvolvida, a saber: A primeira seção discute as principais teorias do Secretariado Executivo como ciência, mostrando os limites e o alcance dessas teorias. A segunda seção desenvolve a proposição do Secretariado Executivo como ciência prática, buscando estabelecê-lo como uma ciência desse tipo. A título de considerações finais, o artigo elucida o lugar do profissional de Secretariado Executivo como pensador e agente dessa ciência enquanto concebida praticamente. 9 Esse o termo utilizado por Nonato Junior (2009) para designar sua concepção do Secretariado Executivo, que pode ser assim chamado justamente pelo fato de se constituir de diversas áreas, todas elas voltadas para a assessoria. 10 Ver SABINO e MARCHELLI, 2009, p. 612ss. 11 Discutiremos essas questões na segunda seção do presente trabalho. Para o momento veja-se Aristóteles, Ética a Nicômacos, Livro VI. 212 A natureza do secretariado executivo como ciência prática 2 PRINCIPAIS TEORIAS DO SECRETARIADO EXECUTIVO COMO CIÊNCIA A inexistência de uma teoria suficientemente abrangente do Secretariado tem levado a uma fragmentação em torno das concepções que buscam compreendêlo como ciência ou área de conhecimento. Como a proposição de uma teoria geral do Secretariado Executivo tem sofrido críticas importantes de posições contrárias, a presente seção discute primeiramente essas últimas posições de modo a, partindo delas, melhor determinar os limites e o alcance das principais posições envolvidas no que tange à justificação do Secretariado Executivo: (a) como ciência subordinada ou como campo interdisciplinar de conhecimentos, (b) como ciência interdisciplinar ou (c) como uma teoria geral capaz de fundar o Secretariado enquanto Ciências da Assessoria. Pelo confronto dessas abordagens, mas invertendo sua apresentação usual, pretende-se aqui mostrar a necessidade de uma consideração que se mostre capaz de assumir o Secretariado como área de conhecimento autônoma, a um tempo teórica e prática. No que concerne à primeira proposição (a), Sabino e Marchelli (2009, p. 607) afirmam que o Secretariado é um campo de ação interdisciplinar. Para eles, quando o profissional desse campo atua no ambiente organizacional faz-se necessário conhecer teorias de outras áreas, uma necessidade para que o trabalho possa ser desenvolvido de forma satisfatória, desse modo, o Secretariado Executivo mostra-se então em um campo interdisciplinar de conhecimento e, portanto, não se caracteriza como uma ciência autônoma. Além disso, conforme Sabino e Marchelli (2009, p. 608), esse profissional age mecanicamente ao desempenhar suas atividades, ou seja, não há necessidade de pensar para exercer tal função. A prática apontada é então algo que não precisa de conceitos científicos em sua aplicação porque o trabalho resume-se a seguir regras e teorias prontas, caso em que os autores se utilizam do termo mero assessor burocrático (2009, p. 608) para definir o referido profissional. Os autores acrescentam a isso a questão da execução das tarefas serem majoritariamente femininas ao longo da história; isso explicaria, segundo eles (2009, p. 609), parte da submissão à ciência administrativa que considera a capacidade de saber fazer do Secretariado apenas como um dos aspectos das teorias organizacionais. A partir do momento em que os autores colocam essa visão do Secretariado como subordinado da Administração, o saber fazer passa a ter necessidade de um conhecimento mais reflexivo, possibilitando que a atividade de assessoria deixe de ser somente a prática operacional por instinto passando a consistir numa ação em que se compreenda o motivo de sua execução, isto é, conhecer conceitos e teorias relativos àquelas atividades que lhe compete, e quando no exercício dessas, fazê-las de maneira reflexiva. [...] a competência ditada pelo saber fazer é apenas mais um dos aspectos considerados pela ciência administrativa, que ao estabelecer os princípios para o desenvolvimento de teorias organizacionais, volta-se explicitamente para o entendimento da natureza que o trabalho humano assume nas organizações. Dessa forma, para elaboração de correspondências como tarefa cotidiana, Manuel Moreira da Silva; Jocimara Rosa Ferraz; Mábia Camargo 213 não basta ao secretário saber redigir e digitar, mas também conhecer o processo de comunicação estabelecido na organização e suas implicações. (SABINO E MARCHELLI, 2009, p. 609). O Secretário só passa a ter uma visão crítica a partir do momento em que é apresentado dessa forma, como submisso, ou seja, ele por si só não pode pensar sua teoria sem depender de outra área de conhecimento. Nesse sentido, os autores chegam à discussão sobre a interdisciplinaridade da área secretarial, alegando ser indispensável o uso, de maneira interdisciplinar, de diversas teorias para que a atuação secretarial ocorra de modo eficaz e eficiente. Partindo do fato de que o Secretário tem uma posição de staff na organização, aquele uso dependeria do posicionamento de seu executivo para adaptar suas atividades de acordo com a realidade vivenciada. Concluem Sabino e Marchelli (2009, p. 610) que a natureza da práxis secretarial é considerada, então, multidisciplinar, na qual utilizam teorias diversas de forma interdisciplinar. Em decorrência do exposto, o Secretariado Executivo não consistiria numa teoria autônoma, pois qualquer que seja a atividade exercida pelo profissional da área, esta sempre fará parte da Administração. Os autores enfatizam que qualquer pessoa disposta a estabelecer a autonomia da referida área estaria brigando com moinhos de vento (2009, p. 614). Eles levantam ainda uma preocupação, a de que muitos profissionais podem se formar com base nessas teorias, as quais seriam apenas imaginação de seus pensadores. Outro desenvolvimento importante da primeira proposição é a de Hoeller (2006), que tematiza o Secretariado enquanto área de conhecimento, mas o coloca no âmbito meramente técnico. Em seu trabalho, Hoeller objetiva analisar a natureza e as fontes do conhecimento em Secretariado Executivo. Para isso ela discute a conceituação de ciência, baseando-se em autores como Bunge, Comte, Aristóteles etc. Hoeller (2006, p. 144) afirma que o Secretariado Executivo é uma prática e não uma ciência. Distinção infeliz, porque fundada numa compreensão do conceito de prático que o reduz ao mero técnico, o poiético de Aristóteles. Algo que salta aos olhos quando a própria autora diz corretamente que Aristóteles dividia as ciências em teóricas, práticas e políticas (sic) e que as práticas, têm por alvo direcionar as investigações sobre as ações humanas, e delas fazem parte a ética, a economia e a política (2006, p. 142). Portanto, se existem ciências práticas, logo ciência e prática não se separam, antes conformam uma e mesma área de conhecimento. No que tange à segunda proposição (b), Nascimento (2012, p. 106) assume que o Secretariado Executivo se constitui como um conhecimento interdisciplinar, o que para ele se deve à necessidade de interação constante desta área com outras disciplinas, algo que no entanto apresenta certas dificuldades. A primeira dificuldade diz respeito aos outros estudiosos da área; no caso, se estes aceitariam ou não tal concepção, em suma, a integração das ideias de áreas diferentes como sendo compatíveis entre si numa e mesma área. Outra dificuldade consiste no fato de o curso de Secretariado Executivo, em algumas instituições de ensino, encontrar-se lotado em diferentes departamentos, quando não em diferentes setores, estando, portanto, às vezes, vinculado ao centro de ciências humanas ou mesmo ao centro de tecnologia. Além dessas dificuldades, Nascimento (2012, p. 107) considera ainda um fator fundamental: a inexistência do Secretariado como 214 A natureza do secretariado executivo como ciência prática área do conhecimento no CNPq. No dizer do autor: Para que uma área seja reconhecida, institucionalmente, no Brasil, é necessário que a investigação científica dessa área se desenvolva, sobremaneira, no âmbito da academia ou em institutos de pesquisa, com cursos de mestrado, doutorado, com grupos de pesquisa em funcionamento e consolidados, com vasta produção acadêmicocientífica. E essa parece não ser ainda a realidade do secretariado executivo. (NASCIMENTO, 2012, p. 112). O autor afirma que é necessário o desenvolvimento da área e que esta deveria acontecer através de pesquisas nos mais variados âmbitos da profissão. Mas como pensar em pesquisas em variados âmbitos se ainda não há um campo de atuação claramente estabelecido para o profissional de Secretariado Executivo? Percebe-se que as duas primeiras proposições já apresentadas concordam com a ideia do Secretariado Executivo como um campo de ação interdisciplinar; no entanto, o que as distingue são as conclusões. Sabino e Marchelli (2009) concluem que o Secretariado Executivo não pode constituir-se como ciência autônoma, Nascimento (2012) não descarta essa possibilidade, mas isso desde que sejam resolvidas as dificuldades mencionadas. Com exceção dos estudos de Hoeller (2006), as proposições acima referidas, do Secretariado como um campo interdisciplinar de conhecimentos e também como uma ciência interdisciplinar, são reflexões que surgiram após a publicação dos trabalhos de Nonato Junior. O autor evidencia em 2008 a necessidade de uma teoria geral do Secretariado, mostrando pontos que ratificam tal demanda, como os sindicatos nacionais, a Regulamen
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