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A Natureza Do Prana

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Função do corpo etérico - Receptor de prana - Assimilador de prana Transmissor de prana (Da página 106 à 110 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Iremos agora analisar as funções do corpo etérico e sua relação com o corpo físico denso. Essas funções devem ser estudadas em conjunto, pois se inter-relacionam tão intimamente que se torna impossível separá-las. São três as principais funções do corpo etérico: 1- Receptor de prana; 2- Assimilador de prana; 3- Transmissor de prana. 1- Receptor de prana O co
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  Função do corpo etérico - Receptor de prana - Assimilador de prana -Transmissor de prana(Da página 106 à 110 do Tratado sobre Fogo Cósmico)   Iremos agora analisar as funções do corpo etérico e sua relação com o corpo físicodenso. Essas funções devem ser estudadas em conjunto, pois se inter-relacionam tãointimamente que se torna impossível separá-las.São três as principais funções do corpo etérico:1- Receptor de prana;2- Assimilador de prana;3- Transmissor de prana.1- Receptor de pranaO corpo etérico é negativo ou receptivo para os raios do sol e positivo ou irradiadorpara o corpo físico denso. Sua segunda função, a assimilativa, está estritamenteequilibrada e é interna.Como foi explicado anteriormente, o corpo etérico absorve as emanações prânicas dosol por meio de centros ou chacras situados principalmente na parte superior docorpo denso, desde os quais passam para o centro denominado baço etérico, contra-parte etérica do baço denso.O principal centro receptor de prana, na atualidade, está localizado entre osomoplatas, havendo um outro centro um pouco mais acima do plexo solar, que tempermanecido parcialmente inativo, devido aos abusos da chamada civilização. Apróxima raça-raiz e cada vez mais a atual (quinta), valorizará a necessidade de exportais centros aos raios do sol, o que aumentará a vitalidade física e a capacidade deadaptação.Os centros situados entre os omoplatas, acima do diafragma e o baço formam, sepudéssemos vê-los, um triângulo etérico radiante donde srcina-se o impulso para aposterior circulação prânica, que percorrerá todo o sistema corporal etérico. O corpoetérico está realmente formado por uma rede de finos canais, que constituem um sutilcordão trançado - o qual é parte do elo magnético que une os corpos físico e astral,cortando ao retirar-se o corpo etérico do corpo físico denso no momento da morte.Como o chama a Bíblia, o cordão prateado se corta. Isto deu srcem à lenda da irmãfatal que corta o fio da vida com as suas temidas tesouras .A trama etérica está composta pelo complicado tecido deste cordão vitalizado e,separados dos sete centros da trama (centros sagrados, sendo que o baçofreqüentemente é considerado um deles), encontram-se os dois já mencionados, queformam com o baço um triângulo ativo. A trama etérica do sistema solar é análoga eigualmente possui três centros receptores de prana cósmico. A misteriosa franja dofirmamento denominada Via Láctea (não é a galáxia) está intimamente relacionadacom o prana cósmico, vitalidade ou alimento cósmicos que vitalizam o sistema solaretérico e daí atingem a parte densa desse sistema, mantendo todas as formas ematividade. Esse assunto é muito importante e de grande utilidade e deveria ser alvo depesquisa dos verdadeiros investigadores científicos.2- Assimilador de pranaO processo de assimilação é levado a cabo no triângulo mencionado. O prana, aopenetrar por qualquer desses centros, circula três vezes por todo o triângulo, antes deser transmitido ao corpo etérico e deste ao corpo denso.  O órgão principal de assimilação é o baço - a contra-parte etérica e o órgão físicodenso. A essência vital (prana) procedente do sol (após o processamento pelos DevasDourados) penetra no baço etérico; neste é submetida a um processo de intensificaçãoou desvitalização, o que depende do estado de saúde desse órgão. Se o homem está são,a emanação recebida será intensificada pela vibração individual e o grau de vibração(a freqüência) será acelerado antes que o prana passe ao baço denso. Se o estado desaúde não é bom, a vibração do prana diminui e o processo torna-se mais lento.Estes três centros, parecidos a pratinhos ou pires, têm a mesma forma que os demais eassemelham-se a pequenos vórtices que atraem à sua esfera de influência as correntesque se encontrem a seu alcance.Os centros podem ser descritos como vórtices giratórios, unidos entre si por umtríplice canal compactamente entretecido, que quase forma um sistema circulatórioseparado. Este sistema tem seu ponto de saída no lado do baço oposto àquele pelo qualpenetra o prana.O fluido vital circula três vezes por estes três centros e entre eles, antes de passar àperiferia do seu pequeno sistema. Depois de circular o prana pelos finos canais entre-laçados, passa por todo o corpo, impregnando-o totalmente com suas emanações, seassim se pode expressar.Essas emanações saem finalmente do sistema etérico, irradiando-se pela superfície. Aessência prânica sai da circunferência do seu círculo não se passa temporário comoemanante prana humano, que é o mesmo prana recebido anteriormente, porémcarregado, durante sua transitória circulação, com a qualidade particular que oindivíduo lhe transmite. A essência sai levando a qualidade individual.Neste processo temos uma nova analogia de como evadem-se todas as essências dequalquer círculo não se passa , uma vez terminado seu ciclo.O tema do corpo etérico é de grande interesse prático. Quando o homem se der contada sua importância, prestará mais atenção à distribuição do prana no seu corpo eprocurará que a sua vitalidade, através dos três centros, não seja entorpecida.Embora necessariamente o tema tenha de ser tratado de forma superficial e somentepossam ser dados esboços e sugestões espaçadas, concluir-se-á todavia que se forestudado detalhadamente o que for passado, surgirá um conhecimento das verdades,cujo conteúdo e qualidade resultará valioso e algo que até agora não foi ensinado.O lugar que ocupa a envoltura etérica, como separadora ou círculo não se passa esua função como receptora e distribuidora de prana, serão esclarecidos aqui de umaforma muito mais extensa que antes; possivelmente mais adiante o tema seráampliado.Dos dados tão superficialmente acima tratados deduzem-se duas verdadesfundamentais:Primeiro. O quarto sub-plano etérico do plano físico é a preocupação imediata do:a- o homem, o microcosmos,b- o Homem Celestial, o Logos Planetário,c- o grande Homem dos Céus, o Logos Solar.Convém aqui lembrar que o quarto sub-plano etérico para os Logos Solar ePlanetário é o plano búdico. Assim, os Iniciados que vivem, atuam e trabalham noplano búdico, estão exercendo funções importantíssimas no corpo etérico do nossoLogos Planetário. Essa atuação ocorre a partir da quarta iniciação planetária, a darenúncia, quando o Iniciado começa o domínio, sub-plano a sub-plano, desse plano,  não só com referência ao seu corpo búdico como em relação à matéria búdica exterior.Muito mais pode ser dito a esse respeito, contudo esse assunto detalhado ficará paramais tarde.Quando tiverem um vislumbre, por mais tênue que seja, a respeito da vida, dasatividades e responsabilidades nesse plano, sentirão com certeza um ímpeto muitoforte para prosseguir nos esforços para alcançar a meta.Segundo. Na quarta cadeia e quarta ronda (a nossa) é iniciado o estudo do quarto éterque - visto como trama separadora - permite a saída ocasional das vibraçõescorrespondentes.3- Transmissor de pranaAté agora temos nos referido muito pouco ao tema do fogo, pois o propósito do corpoetérico é levá-lo e distribuí-lo por todo o seu sistema; somente temos tratado dos fatosque poderão despertar o interesse e acentuar a utilidade do veículo prânico (o corpoetérico).Devemos considerar e recalcar certos fatos, à medida em que estudarmos este círculoestático e seus fogos circulantes. Para maior claridade vamos recapitular brevementeaquilo já exposto:O Sistema solar recebe prana de fontes cósmicas, por meio de três centros e oredistribui a todas as partes de sua dilatada influência, até os limites da trama etéricasolar. Este prana cósmico está colorido pela qualidade do Logos Solar e chega aosmais afastados confins do sistema solar. Poder-se-ia dizer que sua missão consiste emvitalizar o veículo, a expressão material física do Logos Solar.O Planeta recebe prana do centro solar e o redistribui, por meio de três receptores,a todas as partes de sua esfera influência. Este prana solar está colorido pelaqualidade planetária e é absorvido por tudo o que evolui dentro do círculo não sepassa planetário. Poder-se-ia dizer que sua missão consiste em vitalizar o veículo deexpressão material física de qualquer dos sete Homens Celestiais.O Microcosmos (o homem) recebe prana proveniente do sol, depois de tercompenetrado o veículo etérico planetário, de modo que, além de prana solar, possui aqualidade planetária. Cada planeta é a personificação de um aspecto de Raio e suaqualidade se destaca predominantemente durante toda a sua evolução.Portanto, prana é calor irradiante, sua vibração (freqüência) e qualidade variam deacordo com a Entidade receptora. Ao passar o prana pelo corpo etérico do homem, écolorido pela sua própria qualidade particular, transmitindo-o a essas vidas menoresque formam seu pequeno sistema (seu corpo físico, etérico e denso).Assim produz-se uma grande interação; todas as partes se mesclam e fundem,dependendo uma da outra e todas recebem, colorem, qualificam e transmitem. Temlugar assim uma interminável circulação sem princípio concebível e sem possível fim,desde o ponto de vista do homem finito, porque sua srcem e fim se acham ocultos naignota fonte cósmica.Se existissem em todas as partes perfeitas condições, esta circulação continuaria seminterrupção e seria quase interminável, porem o fim e a limitação são produzidos pelaimperfeição, que gradualmente é substituída pela perfeição. Cada ciclo srcina-se emoutro ciclo ainda não finalizado, cedendo lugar a outra espiral mais elevada; assimsucedem-se períodos de aparente e relativa perfeição, que conduzem a períodos demaior perfeição.  O objetivo deste ciclo maior consiste, como sabemos, em fundir os dois fogos damatéria, latentes e ativos, submergindo-os nos fogos da mente e do espírito (fogossolar e elétrico), até que desapareçam na Chama geral; os fogos da mente e do espíritoconsomem a matéria e com isso liberam a vida dos veículos que a confinam. O altarterreno é o lugar onde nasce o espírito, quem o libera da mãe (matéria) e é também aentrada para reinos superiores.Quando o veículo prânico funcionar corretamente nos três grupos, humano,planetário e solar, lograr-se-á a união com o fogo latente. Por esta razão recalca-se anecessidade de construir veículos físicos puros e refinados. Quanto mais refinada esutil seja a forma, será melhor receptora de prana e oferecerá menos resistência àascensão de kundalini no devido momento.A matéria tosca e os corpos grosseiros e imaturos são uma ameaça para o ocultista;nenhum verdadeiro vidente terá um corpo grosseiro (trata-se do vidente superior enão daquele que o é pelo chacra umbilical).O perigo de ser desintegrado é muito grande e a ameaça de ser destruído pelo fogo éterrível. Já uma vez, na história (na época lemuriana), a raça e os continentes foramdestruídos por meio do fogo. Os Guias da raça, nessa época, aproveitaram talacontecimento para eliminar a forma inadequada. O fogo latente na matéria (porexemplo, nas erupções vulcânicas) e o fogo irradiante do sistema combinaram-se. Okundalini planetário e a emanação solar entraram em conjunção e teve lugar otrabalho de destruição. Na raça atlantiana (a quarta raça-raiz) houve também umaconjunção de fogos, como consequência de uma expansão de consciência do nossoLogos Planetário. O mesmo poderia voltar a acontecer, porém só na matéria dosegundo éter e seus efeitos não seriam tão graves devido à sutileza desse éter e aorefinamento comparativamente maior dos veículos.Observaremos aqui um fato interessante, embora seja um mistério insolúvel para amaioria; as destruições produzidas pelo fogo são parte das provas de fogo de umainiciação desse Homem Celestial cujo carma está ligado ao de nossa terra.A destruição de uma parte da trama torna mais fácil a saída; em realidade (vistodesde os planos superiores) é um passo adiante e uma expansão. Sua repetição efetua-se no sistema solar em ciclos determinados. No campo da astronomia temos umexemplo atualmente desse aumento dos fogos, no caso da estrela Eta Carinae, quebruscamente teve o seu brilho aumentado enormemente e é alvo de estudos acuradosdos astrônomos e astrofísicos. Houve uma expansão de consciência devida a umainiciação cósmica do Grande Ser que se expressa fisicamente por essa belíssimaestrela. Todavia os cientistas não interpretam dessa forma. Ainda falta muito paraque os cientistas vejam DEUS manifestando-se na natureza, apesar da lógica perfeitaque se observa dentro da imperfeição aparente.Apresentamos a seguir um diagrama, para clarear o acima exposto.
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